quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Bases americanas, não!


Hugo Chaves: fonte divulgação

BLOG DO U: Por Santayana:

Conflito nos Andes

Nada nos poderá dizer Uribe que não saibamos. Ele pertence a uma oligarquia de brancos de origem europeia, que gostariam de transformar a Colômbia em estado associado norte-americano, como é Porto Rico. Não entendem esses grandes senhores que Porto Rico é uma ilha, como também o Havaí, e que o destino da Colômbia está ligado ao futuro da América do Sul, a que pertence, na história e na geografia.


A imprensa colombiana defende o presidente Uribe, afirmando que Chávez quer instalar bases russas na Venezuela. O Brasil, em razão de sua história, se opõe à presença de tropas norte-americanas em sua vizinhança e não deve aceitar as russas. Amanhã ou depois, a China talvez queira ter também suas forças no continente.

O Brasil tem toda autoridade para essa postura. Quando, na luta contra o Eixo, cedemos a projeção oriental sobre o Atlântico aos Estados Unidos, para a base de Natal, deixamos estabelecido que essa presença seria temporária, enquanto durasse a guerra. Logo depois do armistício, o governo de Truman quis negociar o arrendamento da área e a permanência das bases – já na previsão de confronto com os soviéticos. Vargas não aceitou discutir o assunto – e os americanos se foram. Durante toda a história, só sofremos, na primeira fase da guerra da Tríplice Aliança, a presença de tropas inimigas na margem esquerda do Rio Paraguai. Logo que nos foi possível, as expulsamos dali. O Brasil não admite outra bandeira sobre seu território.


O presidente Lula declarou que não podemos impedir que a Colômbia faça o que quiser em seu país. Trata-se de seu direito soberano, até mesmo, se assim o desejar, de transformar-se, de jure, em protetorado de Washington – o que já é de fato. Mas é preciso que nos reservemos o direito de tomar todas as medidas, a fim de impedir a violação de nossas fronteiras, incluídas as que se situam no espaço aéreo. Ao que se sabe, essa posição será reafirmada, com firmeza, na conversa de hoje com Uribe. Convém levar o mesmo statement ao governo de Alan Garcia.

O presidente do Peru apoiou o seu colega colombiano, em termos mais do que elogiosos. É provável que o Peru de Garcia seja também candidato a acolher ianques armados em seu solo. Não façam de seu território uma plataforma para a violação da soberania dos outros países da América do Sul. E se enganam, se imaginam que podem dividir os nossos povos. Os governos são temporários, mas é imanente a consciência de que devemos continuar a construir a unidade de nossa pátria grande, da qual sejam cidadãos de pleno direito os ameríndios e os descendentes de europeus, asiáticos e africanos, que aqui aportaram nos últimos cinco séculos.

Não temos por que tomar partido no confronto verbal entre Bogotá e Caracas, mas isso não nos impede de identificar os interesses estrangeiros que se encontram por detrás dos incidentes registrados. Há sempre os que acendem o forno alheio, a fim de assar seu pão. Temos, mais do que o direito, o dever da franqueza na conversa com os vizinhos. Não somos senhores de suas portas, que podem abrir-se aos hóspedes que escolherem. Temos, porém, o dever de lhes dizer que nos incomodam quando oferecem sua casa a hóspedes que pretendem nos bisbilhotar com binóculos eletrônicos, ou cavar trincheiras junto à cerca.

Foram interesses estranhos, ligados à exploração dos recursos naturais do continente, que promoveram, no século 19, a Guerra do Pacífico, entre o Chile e o Peru, com consequências penosas para a Bolívia – que perdeu seu acesso ao mar. Naquele tempo, tratava-se da riqueza em fosfato do guano do litoral e das ilhas próximas, utilizado como fertilizante na Europa: um conflito pelo excremento de aves. No século 20, houve a Guerra do Chaco, pelo petróleo da região – e mais uma vez com o sacrifício maior dos bolivianos. É normal que Evo Morales seja definitivo na objeção à presença de tropas norte-americanas em nossas cercanias.

O Barão do Rio Branco nos livrou de uma guerra com a Bolívia, no caso do Acre, e de lesão de nossa soberania no Pantanal, no caso da Colônia do Descalvado, que provavelmente nos exigiriam penosos sacrifícios para a libertação do solo pátrio. Em todos esses casos, foram os estranhos, americanos e europeus, a fomentar a discórdia, a fim de apoderar-se dos despojos.
Não aceitamos assistir, depois das guerras do Pacífico e do Chaco, a um conflito nos Andes setentrionais – e menos ainda com a presença de tropas de fora.

Em tempo PH: no Globo, Míriam Leitão defende com ardor a instalaçãoo de base americana na Rua Lopes Quintas , no Rio, bem em frente à TV Globo. Ela é inarredável: está sempre do lado oposto ao interesse nacional.


Azenha: “Eu não votei no senador Ali Kamel”



BLOG DO U: O Jornalista Luiz Carlos Azenha relata o contracenso do poder politico no Brasil, de um lado uma mídia que quer desmontar o poder de um operário que chegou ao poder e tirou o previlegio de governar da redações dos jornais e emisora de tv de outro lado os senadores que querem a qualquer custo pegar o senado, único local politico que ainda resta para eles fazerem oposição ao governo e privatizar o pré-sal para os todo poderosos do mundo capitalista.


O resultado disso vocês ja conhecem é só olhar a Vale do Rio Doce, a Telêfonica, o Banespa, a Fepasa e as estradas paulista onde o pedagio reinda absoluto sem controle do governo.




Eu não votei no senador Ali Kamel



por Luiz Carlos Azenha (Vio o mundo)



Maravilhosa a polêmica que envolve o Senado brasileiro.
O elenco é portentoso. Artur Virgílio, Pedro Simon, José Sarney, Renan Calheiros, Fernando Collor de Melo…



Vivemos uma época em que os políticos se transformaram em despachantes de luxo. Vide a CPI feita sob encomenda para atender aos interesses do banqueiro Daniel Dantas.



Quem influencia mais a política agrícola/agrária do Brasil: a Marina Silva ou a Monsanto? Quem faz as leis do setor de comunicação: a Globo ou o Mercadante?



Se assim é, se o sistema político brasileiro não dá conta de ser verdadeiramente democrático e de atender às demandas de todos os setores da população, enquanto na calada da noite atende a todos os grandes interesses dos conglomerados econômicos, que pelo menos não nos neguem o circo.



Sim, o pão talvez viesse se o Senado fosse extinto e fosse convocada uma Assembléia Nacional Constituinte para valer.



Mas a coragem nunca fez parte do cardápio político brasileiro. Quando a esquerda ascende ao poder rapidamente espera que esqueçam o que ela prometeu, do mesmo jeitinho que o ex-presidente FHC pediu que esquecessem o que ele escreveu. FHC, aliás, que andou nos advertindo contra “aventureiros”, da esquerda ou da direita, que poderiam empalmar o poder no rastro do “escândalo” do Senado.



Vai esperar sentado.



O Senado brasileiro não é hoje nem melhor, nem pior do que antes. É um corpo extremamente conservador da política brasileira. Por mim poderia, sim, ser extinto.
Mas, se não é, que sirva de circo.



Aviso logo que, nesse caso específico, torço para os bandidos.
Impagável ver Collor, Renan e Simon se pegando no plenário. Não há ingênuos naquele lugar, como voces bem sabem. É a antecipação da campanha eleitoral. A turma do Serra tentando enfraquecer a turma da Dilma. As duas turmas se merecem.



E eu torço para os bandidos dos dois lados. Sim, porque nesse enredo novelesco-televisivo — hoje um dos senadores da oposição disse dramaticamente aos jornalistas viver “num calvário” — os mocinhos são aqueles que a campanha de José Serra encarregou de “estimular” a massa: Ali Kamel, Otavinho e os editores de Veja, aqueles que plantaram uma serpente no Congresso.
São os assessores, por assim dizer, “imagéticos” da “crise do Senado”.



São os encarregados de mobilizar a opinião pública com o objetivo de derrubar Sarney.
Além de interditar os debates necessários, que a sociedade brasileira precisa fazer — sobre o pré-sal, por exemplo –, os “assessores” querem pautar a opinião pública, o Congresso e o Planalto sem terem obtido um voto sequer para isso.



É por isso que fico com Sarney, Agripino Maia, Renan Calheiros e tudo o mais que o Senado nos reserva.



Eu não votei no Ali Kamel.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O desleixo de Kassab com a coleta seletiva é uma vergonha.


BLOG DO U: Enquanto cidades do interior do Estado de São Paulo fica sofrendo com a poluição e tenta de todas as formas resolver as questões ambientais, o nosso querido Kassab não tá nem ai com o Rio Tietê, pois ele não dá atenção a reciclagem da cidade que está do mesmo jeito ou pior do que a antiga administração da Marta Suplicy.´
E todo o lixo clandestino e jogado no pobre Rio Tietê, sufocando ainda mais o seu estado de abandono.
Todas a cidade a jusante do Rio está fazendo sua parte mas a cidade que gera mais 70 % da poluição do rio está se lixando para o meio ambiente, como prova a reportagem da revista veja e os vereadores de oposição.

Prova disso é a reportagem da vejinha que raramente publica algo que vá contra o prefeito e seu tutor o governador, mas está ai leia e se indigne também


edição da revista Veja São Paulo que está nas bancas (edição de 5 de agosto) faz a constatação de um problema que os vereadores do PT sistematicamente têm denunciado e que a população está cansada de saber: a coleta seletiva de lixo na cidade está estagnada e não avançou nada nos últimos anos. Ela representa apenas 1% das 15 mil toneladas de lixo recolhidas diariamente.


“Os setenta caminhões de coleta seletiva da administração municipal atendem cerca de 20% dos moradores da capital. Muitos paulistanos tomam o cuidado de separar metais, vidros, plásticos e papéis naqueles cestos coloridos. Perda de tempo, já que esses materiais são jogados no mesmo caminhão e divididos só depois, em centros de triagem. Portanto, basta separar o lixo em dois sacos: um para rejeitos comuns, que vão parar em algum dos três aterros sanitários usados pelo município; e outro para recicláveis”, escreve a revista.


Veja São Paulo acrescenta na matéria que “os caminhões de lixo reciclável da prefeitura, que carregam 140 toneladas diárias, passam em dias diferentes dos veículos de coleta comum. Duas concessionárias, Loga e Ecourbis, são responsáveis por 60% do serviço. O restante fica por conta de caminhões-gaiola de quinze cooperativas de catadores cadastradas pela administração municipal. Com 964 associados, elas são responsáveis também pela triagem de tudo o que é recolhido. Os 8,8 milhões de paulistanos que moram fora da rota desses veículos têm, caso queiram reciclar, de contatar cooperativas independentes ou se dar ao trabalho de levar, no porta-malas do carro, seus dejetos a pontos de entrega voluntária espalhados por empresas privadas, como os sessenta supermercados da rede Pão de Açúcar e os treze da Wal-Mart”.


A coleta seletiva começou a ser implantada em São Paulo no governo Luiza Erundina (1989-1992), sendo abandonada nas duas administrações seguintes. A gestão Marta Suplicy assinou contratos para o recolhimento do lixo domiciliar e que previam também a expansão da coleta seletiva para toda a cidade, mas o serviço simplesmente não avançou no governo Serra/Kassab. Os demo-tucanos tentaram anular os contratos e, como não tiveram sucesso, resolveram renegociá-los. Depois de muita pressão, impuseram às empresas uma redução de valores. Em compensação, alongaram os prazos de implantação ou aperfeiçoamento de serviços, dentre eles a maior oferta de coleta seletiva que, por isto, segue patinando.
Fonte bancada do PT

4 milhões de brasileiros deixaram a pobreza desde 2002, diz Ipea



BLOG DO U: Apesar da crise a população pobre do país esta diminuindo a cada dia.

Quatro milhões de brasileiros deixaram a linha de pobreza entre o ano de 2002 e 2009, segundo estudo divulgado nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea). A pesquisa constatou, também, que a crise financeira mundial, que se agravou em setembro passado, não prejudicou o ritmo de redução da pobreza no Brasil.

Em março de 2002, a taxa era de 42,5%, e neste ano a taxa passou para 31,1%, segundo o Comunicado da Presidência do Ipea, que se baseia na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são colhidos nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Ipea constatou que a crise não afetou a pobreza comparando a média nos períodos de outubro de 2007 a junho de 2008 e de outubro de 2008 a junho de 2009. Na primeira data, a taxa de pobreza era de 31,9%. Já no período mais recente, o índice recuou para 31%, mesmo tendo sido esta a fase mais aguda da crise financeira internacional, quando houve forte corte nos níveis de emprego no Brasil. Neste período, o estudo mostra que 503 mil pessoas deixaram a pobreza.
Entre janeiro (0,514) e junho de 2009, o índice de Gini caiu 4,1%, a mais alta queda registrada desde o ano de 2002, mostrou o Ipea. De março de 2002 (0,534) até junho de 2009, o índice Gini caiu 7,6%. "Se for considerado o mês de mais alta medida de desigualdade, que foi dezembro de 2002 (0,545), a queda do índice de Gini até junho de 2009 chega a 9,5%", diz o comunidado do Ipea.
Fonte IG.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

domingo, 2 de agosto de 2009

Atração e repulsão


BLOG DO U: PARA FECHAR A SEMANA UM POESIA DE MANUEL BANDEIRA


Adelino Fontoura

Eu nada mais sonhava nem queria

Que de ti não viesse, ou não falasse;

E como a ti te amei, que alguém te amasse,

Coisa incrível até me parecia.


Uma estrela mais lúcida eu não via

Que nesta vida os passos me guiasse,

E tinha fé, cuidando que encontrasse,

Após tanta amargura, uma alegria.


Mas tão cedo extinguiste este risonho,

Este encantado e deleitoso engano,

Que o bem que achar supus, já não suponho.
Vejo, enfim, que és um peito desumano;

Se fui té junto a ti, de sonho em sonho,

Voltei de desengano em desengano.


Manuel BANDEIRA. Antologia dos Poetas Brasileiros. Rio de Janeiro: Edições de Ouro.Postado por Luis Favre

sábado, 1 de agosto de 2009


BLOG DO U: A forma como a imprensa vem se comportando no Brasil precisa ser enfrentada. Com a mídia, com a internet e onde quer que seja possível é preciso denunciar esse comportamento e o seu posicionamento político, muitas vezes eleitoral e partidário, e a postura de transformar as notícias em editoriais (e estes em notícia) como se fossem fatos. Sem regulação e sem legislação sobre direito de resposta e defesa da honra e imagem dos cidadãos, nossa mídia vem se transformando numa ameaça à democracia por seu efetivo poder político.


Ela luta para se manter como um importante agente político, como se fosse realmente um quarto poder. Um exemplo claro desse comportamento é o noticiário de hoje e das últimas semanas da Folha de S.Paulo sobre o Bolsa Família e o reajuste médio de 10% sobre o seu valor, que começa a ser pago aos beneficiários a partir do próximo mês. Ao noticiar o reajuste anual da bolsa e a formatura da primeira turma de qualificação profissional (uma justa demanda de seus críticos) de beneficiados pelo programa, o jornal além de desqualificar a iniciativa pelo pequeno numero de beneficiados - 24,8 mil fizeram o curso de qualificação frente à demanda de 4,1 milhões - aproveita para retomar seu carma: o programa é exclusivamente eleitoral.
É o PIG querendo e fazendo muitas das vezes o papel de estar acima do bem e do mal, coisa que sabemos não é, nunca foi e não será.
Só para variar vou citar o dito popular aquele do copo meio cheio ou será meio vazio, para o pessimista está vazio, mas para o otimista está meio cheio.
OPIG se enquadra em qual ?

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Poço seco?



BLOG DO U: Os jornais da imprensa nacional e internacional trazem inúmeros sinais da importância geopolítica do pré-sal e dos interesses que cercam este tema. Veja abaixo alguns destaques selecionados pelo Fatos e Dados:





A agência de notícias Bloomberg divulga que a BG irá retomar os testes no poço Corcovado-1 quando o equipamento necessário chegar. O presidente-executivo da BG Group, Frank Chapman, negou a reportagem do jornal Valor, na qual o períodico afirma que o poço Corcovado-1 está seco. Disse Chapman “suponho que as pessoas que publicaram esta informação não têm acesso à informação de confiança”..



O jornal especializado Upstream destaca que uma reportagem (da imprensa brasileira) e o declínio no preço internacional do petróleo fizeram recuar as ações da Petrobras mais de 2% durante o pregão de ontem (29/7) da Bolsa de Valores de São Paulo, informou o Dow Jones Newswire..



O jornal do Brasil publica que a empresa norueguesa StatoilHydro aposta no potencial de petróleo abaixo da camada de sal nos blocos já adquiridos pela companhia, em consórcio, nas bacias do Jequitinonha e de Campos..



O consultor David Zylbersztajn, no Estado de S.Paulo, ao falar dos desafios da atual fase de exploração do pré-sal, destaca o financeiro, pois “(…) se confirmados os volumes de reservas, as necessidades de capitais será de um volume monumental, podendo alcançar a U$ 1 trilhão (…)”.

Petrobras: boa reputação no exterior



BLOG DO U:Em matéria publicada, O Estado de S. Paulo traz opiniões de especialistas de instituições financeiras internacionais sobre a imagem da Petrobras no exterior. Analistas enxergam a CPI como uma disputa política interna entre governo e oposição, sem forças para estremecer a atual visão favorável do setor no Brasil.



“A Petrobras é vista como líder na exploração de águas profundas e uma das contratantes mais duras do mercado. A maior parte dos prestadores de serviço diz que é muito difícil ganhar dinheiro trabalhando para a Petrobras. Isso é um grande elogio, na minha visão”, observa o analista do Banco UBS Pactual Gustavo Gattas.


BLOG DO U:
No início do primeiro mandato, o presidente Lula disse que seu governo criaria dez milhões de empregos. Promessa antecipadamente cumprida. Agora o presidente lança um programa habitacional, taxado por muitos como “ambicioso”, para a construção de um milhão de casas populares. Serão investidos R$ 34 bilhões, dos quais R$ 25,5 bilhões virão da União, R$ 7,5 bilhões do FGTS e R$ 1 bilhão do BNDES.



Do total de um milhão de casas, 400 mil unidades são para as famílias com renda de até três salários mínimos, o que dá R$ 1.395; 200 mil para quem ganha entre três e quatro salários mínimos (R$ 1.860); 100 mil entre quatro e cinco mínimos (R$ 2.325); 100 mil entre cinco e seis mínimos (R$ 2.790) e 200 mil entre seis e dez mínimos (R$ 4.650).



De acordo com dados do IBGE, as famílias que ganham até três salários mínimos respondem por 91% do déficit habitacional do país. É para essa faixa que vai a maior parte dos recursos: R$ 16 bilhões dos R$ 34 bilhões previstos no “Minha casa, minha vida”. O menor valor da prestação será entre R$ 50 e 139 e o mutuário que perder o emprego poderá atrasar o pagamento em até 36 prestações.



O anúncio desse programa exatamente no meio de uma das maiores crises da economia mundial tem vários significados importantes.Mostra para o mundo o quanto é fundamental a atuação do Estado como agente fomentador da economia de uma nação.



Mostra que a receita dos Estados Unidos e do Fundo Monetário Internacional durante décadas aos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento não valia para a própria casa.
Mostra que nem sempre o mercado sozinho resolve os seus problemas. Antes, os norte-americanos diziam que empresa em dificuldade tinha de deixar quebrar. Agora, o presidente Barack Obama lança um pacote de até um trilhão de dólares para resgate do sistema financeiro. Esta é a última tentativa para evitar a estatização de empresas, pois a de alguns bancos já foi feita. Estatização é uma palavra maldita que coloca em xeque o capitalismo moderno defendido por décadas pelos EUA.



Mostra que o governo usa o poder do Estado para manter aquecido o mercado interno brasileiro, um dos maiores do mundo. Enquanto outras nações optam pelo corte de investimentos, nós potencializamos a economia nacional, com recursos próprios, fruto de uma sólida política de desenvolvimento econômico e social.



Mostra também que é fundamental a credibilidade de um presidente da República para tirar seu país da crise ou para dar sustentabilidade às tentativas de recuperação econômica.
Mostra que um governo tem de ter o bem estar do cidadão como sua razão de ser. Que as políticas, sejam sociais ou econômicas, têm de ter como finalidade melhorar a vida do trabalhador, dar melhores condições de estudo, um sistema público de saúde eficaz, uma educação de qualidade.



A crise mundial mostra que o Brasil tem bons exemplos, que vários líderes mundiais devem copiar a forma como o presidente Lula governa, que é a mais simples possível: dar esperança de uma vida cada vez melhor ao trabalhador e condições ao empresário para desenvolver seu negócio.

* Devanir Ribeiro é deputado federal coordenador-geral da bancada parlamentar de São Paulo e membro da comissão especial para discutir a crise econômica

Hamilton e Iara participam do I Congresso de Educação de Porto Feliz



BLOG DO U:O deputado estadual Hamilton Pereira (PT) participou na noite desta quarta-feira, 29, do I Congresso de Educação de Porto Feliz. Quem abriu o evento foi Gilberto Dimenstein, jornalista membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz.
Aproximadamente 800 pessoas, entre diretores, professores e funcionários da rede municipal de ensino assistiram à palestra do jornalista.



Dimenstein elogiou o sistema de Educação de Porto Feliz. "Os elementos que vi aqui de investimento em Educação mostram que a cidade faz jus a ter IDEB de 5 pontos. Há movimento não só do poder público, mas envolvimento da população. Sobretudo porque há espaços alternativos à sala de aula que mostram um grande potencial entre a comunidade e as escolas", declarou.



Prefeito Cláudio Maffei (PT) ressaltou o companheirismo dos servidores da Educação em Porto Feliz. "Agradeço a tudo o que os servidores fazem pela Educação e que o resultado de todo esse investimento recaia sobre os alunos e que melhore a vida de cada um deles e que sejam felizes neste Porto Feliz", completou.



Juntamente com Dimenstein, Maffei e Hamilton, compuseram a mesa vice-prefeito, Júlio César Bronze, diretor de Educação e Cultura, Miguel Arcanjo de Almeida, e representante do Ministério da Educação em São Paulo, ex-deputada federal Iara Bernardi.



O Congresso de Educação termina nesta sexta-feira, 31, com a seguinte programação: 8h30 - "Na Contramão da Avaliação" - Clara Maria Franco Bueno. 10h - "Educação para a Infância - Um relato de experiência de Reggio Emília" - Anna Karina da Col. 13h30 - "Compreendendo e superando os problemas de aprendizagem" - Mariluci Colaço.



O educador e especialista em adolescentes e médico psiquiatra do Hospital das Clínicas (FMUSP), Içami Tiba, fecha o congresso, às 15h30, com a palestra "Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos".

Hamilton cobra liberação de verbas para assistência social



BLOG DO U: O Deputado Estadual Hamilton Pereira reuniu-se, na última quarta-feira (29/07) com a Secretária Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, Rita Passos, recentemente nomeada para a pasta pelo governador José Serra. O objetivo do encontro foi saber da Secretária sobre o andamento das várias emendas ao orçamento do estado, feitas por Hamilton, com indicação de verbas para serem investidas em diferentes instituições da região de Sorocaba. Há emendas aprovadas para os orçamentos de 2008 e 2009 - que totalizam R$ 380 mil - cujas verbas ainda não chegaram aos interessados.



Rita afirmou que deu início a um novo processo de planejamento e pretende aperfeiçoar o atendimento junto às entidades. Também pretende colocar um representante da Secretaria para cuidar da interlocução direta com a Assembleia Legislativa. A Secretária afirmou que pretende disponibilizar as emendas aprovadas para 2008 ainda neste ano e as de 2009 no ano que vem.
Na oportunidade, o Deputado Hamilton Pereira protocolou pedidos de outras três entidades da região: Lar São Vicente de Paula, de Piedade; Abrigo Bom Jesus, de Guareí; e Centro de Assistência Social de Capão Bonito. Por sua vez, Rita Passos pedoi ajuda de Hamilton para aumentar a participação de sua pasta no orçamento estadual: hoje ela fica em apenas 0,37%. O Deputado disse que a Secretária poderia contar com ele.



Verbas aprovadas e ainda não liberadas

BOLSA FAMÍLIA A HORA E A VEZ DO POBRE COMER NESTE PAÍS


BLOG DO U: É impressionante a resistência das elites brasileiras a distribuir a renda neste país. Esta é uma frase que escrevo, há muitos é falada e repetida por partidos, mas só um partido de esquerda com visão socialista e capaz de implantar. Lamento muitíssimo repeti-la tanto. Mas não tem jeito: a resistência é incansável, férrea. Muito impressionante mesmo.
Atacam, de cara, o reajuste. Se tomassem meio minuto para consultar números básicos, verificariam que se trata de uma crítica sem base. De 2003, quando as bolsas começaram a ser pagas, até o novo valor do benefício, previsto para vigorar até 2011, o aumento da bolsa ficou em 40,07%. No período, considerando índices de 4,5% em 2009 e 2010, o IPCA variou 41,07%. Ou seja, o valor real do benefício permanece praticamente o mesmo desde o início do programa.
Escandalizam-se com o fato de que não há previsão orçamentária para fazer frente ao aumento agora decretado. Ora, ora, senhores, mas qual é o drama? O Bolsa-família, até o fim do ano, com a incorporação de mais 1,3 milhão de famílias, alcançará cerca de 13 milhões de famílias, e nem assim absorverá mais de 0,8% do Orçamento da União. Falando na língua que os críticos entendem bem: um corte de 0,1 ponto percentual na taxa Selic paga toda a conta do programa.
É só querer dividir que dá e sobra para manter o doblo de contemplado no bolsa -família.

Vamos entender melhor esse jogo de hipocrisias na campanha contra José Sarney, será?.


BLOG DO U:1. A Folha traz uma denúncia de empréstimos do BNB (Banco do Nordeste do Brasil) à TV Mirante, dos Sarney. A dívida está sendo questionada na Justiça, devido às cláusulas de correção cambial. O empréstimo foi concedido pelo BNB na gestão Byron, indicado pelo senador Tasso Jereissatti e homem de confiança do Ministro da Fazenda Pedro Malan.


Questionamento na Justiça significa o banco contra Sarney, não necessariamente irregularidades cometidas na concessão do empréstimo.


2. Todos esses vícios de Sarney fazem parte de usos e costumes do Legislativo. Praticamente todos os senadores foram beneficiados por nomeações de parentes e outras benesses do poder. Mas a campanha é focada nele, não nas saídas para reduzir esse tipo de vício das práticas políticas brasileiras.


3. O governo Sarney marcou o auge do poder de Roberto Marinho. Não havia uma indicação de Ministro que não passasse por Marinho, conforme amplamente conhecido. Foi nesse período que a TV Mirante, de Sarney, conseguiu a concessão da Globo (assim como a TV de ACM). E a Globo conseguiu apoio irrestrito da Telebras.


4. No governo Sarney, a Folha se aproximou dele de tal maneira que lhe concedeu vinte anos de coluna no espaço nobre da página 2.


5. Agora que José Sarney ameaça renunciar, matéria da Folha mostrando a cúpula tucana (FHC, Serra e Aécio) tentando se aproximar dele. Renunciando, os ataques contra ele cessarão na hora, como cessaram contra Renan.


6. Em sua coluna de hoje, Clóvis Rossi fala em “um certo estilo de Máfia”. Coloco o raciocínio do Rossi, deixando entre parêntesis opções de personagens que se adequam ao raciocínio.


“O problema é que Renan (a mídia) não ameaça Virgílio (Sarney) porque este violou a ética, mas porque o PSDB (PMDB) está entrando com a sua própria representação (aliança) contra José Sarney (José Serra), de quem Renan (a mídia) é cão de guarda. Em outras palavras, é o típico aviso mafioso: você não entra no meu território que eu deixo seus trambiques em paz”.

GRIPE SUÍNA - Bastante Didático!


BLOG DO U: PERGUNTA E RESPOSTA

1.- Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.


2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata.

3.- Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.

4.- É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.

5.- Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.

6.- Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.

7.- Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%

8.- De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.

9.- O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.

10.- Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

11.- A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada

12.- O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.

13.- Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.

14.- Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.

15.- Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.

17.- O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.

18.- Qual é a população que está atacando este vírus?
De 20 a 50 anos de idade.

19.- É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.

20.- Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.

21.- Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.

22.- Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.

23.- O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.

24.- Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.

25.-Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.

26.- Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.

27.- O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.

28.- Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.

29.- Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas?
Não serve para nada.

30.- As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?
SIM.

31.- Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
NAO.

32.- O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.

33.- O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.

34.-O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.

35.-Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.

36.- Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.

37.-O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.

38.- Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.

39.- As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.

40.- Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.

41.- Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tussam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.

42.- Pode-se comer carne de porco?
SIM pode e não há nenhum risco de contágio.

43.- Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina

O jogo de Serra: recuo tático, para atacar em 2010


BLOG DO U: O Serra andou espalhando por aí que pode desistir da candidatura à Presidência da República.


É o boato forte das últimas duas semanas, mas é invensão.


Jornalistas que eu respeito acham que os fatos recentes conspiram contra Serra. Realmente, podemos listar alguns...


1) A economia não emburacou como os tucanos esperavam; a política anti-cíclica comandada por Mantega deu resultado e o Brasil já voltou a crescer.


2) Dilma decolou, contra os prognósticos (ou seria melhor dizer contra a torcida?) de "colunistas" que acreditavam ser difícil pra Lula transferir popularidade a uma ministra pouco conhecida do grande público.


3) O PSDB segue sem discurso; vai falar mal do Bolsa-Família, como faz certa elite paulistana e carioca? Vai defender menos Estado na economia? Como, se até Obama virou sócio da GM? Vai defender a "moralidade" e os bons costumes?

4) Serra estaria a enfrentar dificuldades para captar recursos entre a alta burguesia brasileira.
Tudo isso, de fato, conspira contra o tucano. Mas não acredito que ele tenha - nem de longe- desistido da candidatura.

É a mesma avaliação de gente que conhece muito bem os bastidores da política paulista. Gente com quem conversei nos últimos dias.

O que Serra fez foi um recuo tático. Ele sabe que , se permanecer no noticiário agora como candidato, terá que vestir o figurino do anti-Lula. Derrota certa. Como enfrentar um presidente que beira os 80% de aprovação?

Por isso, Serra recua, finge que tira o time de campo. Mas segue vivo. Vai atuar nos bastidores.
Qual é a aposta? Voltar a campo só em 2010. Aí, ele não será o anti-Lula, mas o anti-Dilma. Um pouco mais fácil a tarefa.

Até lá, apostará tudo no terreno que ele domina: parceria com a imprensa, dossiês e denúncias que possam abalar a popularidade de Dilma.

Pra que serve a CPI da Petrobrás? Só pra isso. Quem comandava a área de Energia no país no primeiro mandato de Lula? Dilma.

Contra ela, virá chumbo nos próximos meses. A ficha falsa na primeira página da "Folha", a entrevista sobre o sequestro que nunca existiu. Tudo isso foi só aperitivo.

Se eles trituram um velho amigo como Sarney (tomava chá com Roberto Marinho na Academia, era amigo do "Seu" Frias, fechado com a boa e velha elite nacional), imaginem o que não está reservado para Dilma?

Acho, no entanto, que o PSDB cometeu um erro grave: pra ter alguma chance em 2010, Serra precisa atrair parte do PMDB. O tiroteio permanente contra Sarney, a capa da "Veja" mostrando o PMDB como "serpente do mal", tudo isso só deixa o PMDB mais unido em torno de Lula/Dilma. Renan e sua tropa já preparam o contra-ataque contra os tucanos.

Ainda assim, acho besteira levar a sério a idéia de que Serra vai desistir. Só quem não o conhece pode acreditar nisso...

O que vocês acham?

quinta-feira, 30 de julho de 2009


BLOG DO U: Acabei de chegar do tenis clube onde assinsti uma palestra com o fabuloso jornalista Gilberto Dimenstein, onde ele abordou a aprendigem de um modo geral, mas ao falar de novas tecnologias ele falou da velocidade com que as coisa mudam no mundo da informação.


Prova disso é que ao ver no jornal da noite que a Yahoo e o Microsoft se uniram para tentar alcançar o Google, e é só lembrar que Yahoo já foi lider do mercado de busca pela internet na decada de 90.


Mas o que interessa para meu comentario é a velocidade que as coisas mudam e o lançamento na segunda passada da pagína do PT de Porto Feliz e hoje o lançamento da pagína do PT de São Paulo (foto acima) é fundamental para nos retratar isso a velocidade que as coisas mudam.
E quem não estiver atento a está mudança ficara para traz rapido e com grande dificuldade de alcançar depois.
Entrei na pagína do http://www.pt-sp.org.br/ ela está leve, dinânmica e atraente, parabens ao Edinho e todo o diretório estadual.

terça-feira, 28 de julho de 2009

VALE CULTURA E A VEZ DO TRABALHADOR


BLOG DO U: Novo programa do governo estimula acesso do trabalhador a produtos culturais, imagine esse teatro cheio de trabalhador e trabalhadora, o PIG e a elite branca separatista no caso de São Paulo vai a loucura


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva envia nesta quinta-feira (23) ao Congresso Nacional o projeto de lei que cria o Vale-Cultura, primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural. A cerimônia de assinatura da mensagem será realizada às 18h, no Teatro Raul Cortez, na Sede da Fecomercio, em São Paulo (SP).


De acordo com o projeto de lei, os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais, por meio de um cartão magnético. A expectativa do Ministério da Cultura é de que 14 milhões de brasileiros sejam beneficiados com o programa.


Na avaliação do Ministério, a iniciativa poderá ampliar em até R$ 600 milhões por mês ou R$ 7,2 bilhões por ano o consumo cultural no País. Também contribuirá para o fortalecimento da cadeia produtiva do setor, para a geração de trabalho e renda, e para o fomento de ações de responsabilidade social e corporativa das empresas em relação aos seus empregados.


As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e disponibilizar até R$ 50 por funcionário, ao mês, com direito a deduzir até 1% do Imposto de Renda devido. Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5). Os trabalhadores que ganham mais de cinco salários mínimos poderão receber o Vale-Cultura, desde que garantido o atendimento à totalidade dos empregados que ganham abaixo desse patamar. Para esse contingente de salário mais elevado, o desconto do trabalhador poderá variar de 20% a 90%.


As empresas de outros regimes tributários (lucro presumido, por exemplo) já são beneficiadas com renúncia fiscal. Por isso, poderão aderir ao Vale-Cultura, mas não vão poder deduzir esses valores do Imposto de Renda devido. Todavia, poderão contabilizar o valor investido no Vale-Cultura como despesa operacional, o que terá impacto na redução do imposto devido. Outro incentivo às empresas que aderirem é que não sofrerão incidência de Seguridade Social e nem terão os valores incorporados aos salários.


O Vale-Cultura deverá ser confeccionado e comercializado por empresas operadoras, cadastradas junto ao Ministério da Cultura e autorizadas a produzir e comercializar o benefício. Essas empresas operadoras vão credenciar uma rede de estabelecimentos, já definidos legalmente como operadores de cultura, para receber o Vale-Cultura como forma de pagamento de serviço ou produto cultural.


Como o Vale-Cultura funcionará por meio de cartão magnético, deverão ser credenciados estabelecimentos que possuírem terminal eletrônico. Com esse mecanismo será possível mapear o setor cultural, identificando-se os locais com maior percentual de consumo, o perfil do usuário por região e por faixa salarial, entre outras informações.


Excepcionalmente, será admitido o fornecimento do Vale-Cultura impresso, quando for comprovadamente inviável a adoção do meio magnético.


No Brasil, apenas 14% da população brasileira vai regularmente aos cinemas, 96% não freqüentam museus, 93% nunca foram a uma exposição de arte e 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança, de acordo com informações do MinC.

A Veja em Sala de Aula, Será Que é Bom?


BLOG DO U: Olha o que o respeitado jornalista Luiz Nassif diz.

O programa leva o Brasil e o mundo para dentro da sala de aula
Desde 1998, a Editora Abril e a revista VEJA, em parceria com a Fundação Victor Civita, produzem o programa VEJA NA SALA DE AULA. Trata-se de uma ferramenta pedagógica complementar, que traz os fatos do Brasil e do mundo para dentro da escola. Seu maior objetivo é contribuir para o desenvolvimento dos alunos do Ensino Médio, fornecendo-lhes subsídios para que se tornem atuantes, preparados e bem informados. VEJA NA SALA DE AULA proporciona aos professores, orientadores e coordenadores pedagógicos os conteúdos de todas as disciplinas de modo atraente, dinâmico e inovador, permitindo que os estudantes compreendam a realidade que os cerca e tornando-se cidadãos críticos e sintonizados com seu tempo

A revista VEJA e o site http://www.vejanasaladeaula.com.br/ compõem o programa, que se propõe a transformar as reportagens de VEJA em conteúdos didáticos. Para tanto, oferece propostas modernas e ousadas, conforme preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio, que estimulam a autonomia e a capacidade de análise do estudante.

Comentário
Veja é uma revista intolerante, por opção editorial. Não estimula o debate, não aceita o contraditório. Seu conteúdo está longe de se constituir em algo de qualidade, com aprofundamento dos temas. É fundamentalmente opinativa, conforme admitem seus diretores em palestras dadas na própria Abril.
Qual sua capacitação para fornecer esses cursos que - pelo exemplo do Governo do Distrito Federal e do própio Estado de São Paulo, e eles pretende espalhar pelo país?






segunda-feira, 27 de julho de 2009

A gripe H1N1 mata?



BLOG DO U:  O Conversa Afiada entrevistou o Dr. Marcos Boulos, professor de moléstias infecciosas e parasitárias da Faculdade de Medicina da USP, e atualmente seu diretor.

Ouça aqui a entrevista na íntegra




Leia um resumo da entrevista:



Das doenças infecciosas, a gripe suína é uma das menos graves.
Ela mata tanto quando a gripe sazonal, que vem em todo inverno.
Dos que pegam gripe suína, 0,1% morre.
Uma pessoa em mil que entre os que pegam a gripe.
O sarampo mata 40 vezes mais.
A meningite, 200 vezes mais.
Essa gripe vai durar mais um mês, um mês e meio – como toda gripe, ela vem no inverno.
E a imunização através da vacina estará pronta em três, quatro meses.
Quando a mídia só chama a atenção para as mortes, para os fatores negativos da doença, isso é alarmismo.
É necessário noticiar, uma obrigação da mídia contribuir para que as pessoas conheçam a doença e a maneira de enfrentá-la.
A novidade dessa gripe em relação à gripe sazonal é que essa gripe suína compromete pessoas saudáveis.
Enquanto a gripe sazonal costuma pegar em criancinhas – cujo sistema imunológico ainda não está formado – e em adultos da terceira idade.
Paulo Henrique Amorim