segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Vereador participa de palestra voltada ao Ensino Técnico promovida pela revista Carta Capital

Na foto, o Ministro da Educação Fernando Haddad (PT)

BLOG O MURAL: O vereador Urias de Oliveira (PT) participou da palestra “Ensino Técnico: uma necessidade para o país, uma alternativa para os jovens”, que foi realizada pela revista Carta Capital e Carta na Escola, no dia 11 de novembro, no Hotel Golden Tulip Park Plaza em São Paulo (SP). O evento foi mais uma da série Diálogos Capitais 2011, incentivado pelo Governo de São Paulo.

Na programação, o Ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), foi responsável pela abertura do evento. Compondo a mesa de debate, estiveram presentes: o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Governo do Estado de São Paulo, Paulo Alexandre Barbosa; Luiz Caruso, Gerente Executivo de Estudos e Prospectivas do SENAI/DN; Cláudio Ricardo Gomes de Lima, presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e também Reitor do Instituto Federal do Ceará; Waldir Quatros, professor colaborador do IE Unicamp e Membro do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Unicamp CESIT.

Para o vereador, a participação nestes eventos é importante, pois é onde se ouve as intenções do Governo Federal. "Enquanto vereador de Porto Feliz foi muito bom participar desta palestra, pois, pude ver e ouvir de perto quais são a intenções do Governo Federal e Estadual sobre ensino técnico e tecnológico do país e do estado. A grande questão que ficou é: temos tantos recursos destinados a escolas técnicas? Por que uma simples escola ao custo de R$ 600 mil não pode ser operacionalizada na cidade?”, questionou.

No próximo post, haverá uma explicação para o questionamento da pergunta. Aguarde!

Solidariedade ESPECIAL

BLOG O MURAL: Na noite do dia 11 de novembro, mais de mil pessoas se encontraram nas dependências da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em Porto Feliz. O motivo foi arrecadar fundos para a entidade. Durante o evento social, foram realizadas seis preliminares com prêmios em dinheiro - mais de 15 brindes doados pela comunidade.

O sorteio do prêmio principal, um carro, foi doado por Ines Macan (in memorian), que também doou uma casa no centro da cidade. Além de muitos outros familiares e amigos, como: A Vida (entidade filantrópica porto-felicense), Loja Maçonaria Araritaguaba, Agro Porto Fubá, Lúcia Nogueira, Agropecuária Funari, Opson, Edvar Sampaio, Adilson Giuli e o vereador Urias de Oliveira (PT), participaram como voluntários ou doadores. “Aproveitamos para agradecer todos os funcionários da entidade que colaboraram voluntariamente”, agradece o vereador.

A ganhadora do veículo é mãe de um aluno da APAE, portador de necessidade especial, e recentemente perdeu seu esposo. Sozinha, ela enfrenta dificuldades para cuidar do seu filho. O prêmio veio de encontro à necessidade. “Precisava de um carro para levar meu filho até a escola e às consultas médicas que ele faz periodicamente”, explica a ganhadora. “Depois que perdi o meu marido, fiquei sozinha e só conto com a ajuda da minha irmã. Esse prêmio foi uma benção... Meu filho insistiu para que viéssemos ao evento que ganharíamos o prêmio. Olha que ganhei!”, conta.

Na foto, da direita para a esquerda, Adilson Giuli, vereador Urias de Oliveira (ambos ajudaram na apresentação do evento), José Augusto (representando a Loja Maçonaria Araritaguaba). Atrás, Paulo (diretor e presidente da APAE) e ao lado, os colaboradores de Tietê (que estavam em Porto Feliz justamente para participar do evento).


Foto: Rita (funcionaria da APAE)

O governo, Mídia e os deputados da base fecham os olhos para as emendas, mas.....

BLOG O MURAL: Entenda porque Porto Feliz não recebe emenda do Governo do Estado de São Paulo, muito menos repasse espontâneo.Já acidade Biritiba Mirim recebeu, entre 2007 e 2010, repasses de 11 deputados de 8 partidos

Daniel Bramatti, de O Estado de S.Paulo
A pequena Biritiba Mirim, a 80 quilômetrospaulista entre 2007 e 2010.

Centro de Referênia da Mulher, reconstruído com recursos do Estado - André Lessa/AE
André Lessa/AE
Centro de Referênia da Mulher, reconstruído com recursos do Estado
No período, o município foi contemplado com R$ 5,6 milhões no rateio dos chamados convênios por indicação parlamentar, ou R$ 265 para cada um de seus eleitores. É mais do que o dobro do segundo colocado no ranking do paroquialismo, Novo Horizonte, beneficiado com R$ 130 por eleitor.
A posição de Biritiba Mirim desafia a lógica que relaciona a influência política das cidades ao seu peso econômico ou ao tamanho do eleitorado. Os escassos 21 mil eleitores biritibanos foram contemplados com emendas de nada menos que 11 deputados - 10% dos parlamentares que passaram pela Assembleia nos quatro anos encerrados em 2010.
Governado desde 2009 por um prefeito tucano, o município foi ainda beneficiado por um surpreendente movimento suprapartidário - parlamentares de oito legendas ajudaram a prefeitura a reforçar seus cofres. Entre eles estão três integrantes do PT, principal adversário do PSDB em todas as esferas de poder.
Sem retribuição. Outra lógica que Biritiba Mirim desafia é a de que os políticos usam as emendas parlamentares para irrigar com recursos seus principais redutos eleitorais. Dos onze deputados que destinaram recursos para a prefeitura, nove tiveram lá menos de 200 votos em 2006.
Um caso emblemático é o de Lelis Trajano, do PSC. Quando ganhou uma vaga na Assembleia Legislativa, há cinco anos, ele teve apenas 15 votos dos biritibanos - 0,05% do total de eleitores que conquistou no Estado.
Isso não impediu que Trajano destinasse a Biritiba R$ 1,5 milhão em 2010, 40% dos recursos que conseguiu liberar em convênios naquele ano. Foram duas emendas, uma delas de R$ 1,35 milhão, destinada à construção do Centro de Referência da Mulher, unidade de saúde voltada ao atendimento de gestantes.

ENEM: Mídia atribuiu crime ao exame

BLOG O MURAL: Publico aqui a matéria do blog conversa afida de Paulo Henrique Amorim.

Redação Conversa Afiada
Haddad, ENEM, a banda larga para o pobre entrar na universidade


Na desesperada tentativa de impedir que pobre chegue à universidade, o PiG (*), megafone da elite, atribuiu ao ENEM o crime cometido para beneficiar alunos  de um cursinho particular de Fortaleza.

Como no desastre da TAM em Congonhas, a culpa era do Lula, da Dilma e do Fernando Haddad, futuro prefeito de São Paulo.

Vale a pena ler o artigo “Ato de aprender e ensinar, questão de ética”, na pág. 3 da Folha (**), de Malvina Tuttman, presidente do Inep, que aplica o Enem.

…


Tão importante quanto avaliar todo o processo de elaboração ou aplicação de um exame ou algo similar é rever as atitudes, as formas de agir de educadores. Isso também deve ser pautado pela sociedade.


Que cidadãos estamos formando quando expomos centenas de estudantes ao constrangimento de receber e ocultar informações privilegiadas? Queremos que valores como a mentira e a fraude façam parte dos ensinamentos às futuras lideranças do nosso país?


É gratificante saber, entretanto, que, apesar de possíveis influências negativas, jovens de 16, 17 anos já têm presentes em sua formação a preocupação com o outro, com o respeito à verdade. Pude perceber isso quando alunos, indignados, procuraram o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) sem receio de expor livremente a verdade.


…


O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que ocorreu nos dias 22 e 23 de outubro, acompanhado por toda a sociedade, já se mostrou exitoso, tanto do ponto de vista pedagógico como operacional.


O que está em questão não é o Enem, e sim o comportamento que fere a ética de profissionais que se intitulam educadores.


O Inep tem a clareza de que é preciso, cada vez mais, aprimorar todo o processo. Ainda há muitas questões a serem aprofundadas, e esse instituto está pronto para a tarefa.

Navalha
Que pena o Cerra ter fugido do Haddad e preferir perder para a Dilma.
Uma pena !

Paulo Henrique Amorim


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Semana da Conciência Negra em Porto Feliz




BLOG O MURAL: Começou a Semana da Conciência Negra, vamos prestigiar...Segue abaixo a programação completa.


PROGRAMAÇÃO
Dia 12 de Novembro
Abertura Oficial da Semana Municipal da Consciência Negra - Exposição de quadros da cultura negra (Período: 12 a 20 de novembro) e apresentação cultural
Horário: 20h
Local: Casa da Cultura “D. Narcisa Stettener Pires”

Dia 13 de novembro
“Cine Black & Pipoca” – Exibição de Filmes
Horário: 17h
Local: Casa da Cultura “D. Narcisa Stettener Pires”

Dia 14 de Novembro
Noite Dançante, com desfile de moda “Gregorio Fashion Black”, homenagens a personalidades negras e apresentação das participantes da comunidade negra no Miss Monções e Miss Colored 2011. Participação Especial: Comunidade do Samba
Convites antecipados e limitados até dia 13/11: R$ 10,00
Na data do evento: R$ 20,00
Horário: 20h
Local: Porto Feliz Tênis Clube

Dia 15 de Novembro
2º Encontro da Comunidade Negra Evangélica
Horário: 18h30
Local: Espaço Cultural “Olair Coan” (Escola Vereador Carlinhos)

Dia 16 de Novembro
Oficina Sobre os Determinantes Sociais da Saúde Municipal da População Negra
Horário: 8h
Local: Estação das Artes “Assumpta Luzia Marchesoni Rogado”
Trocando Ideias: “Consciência Negra: Por quê?” & Roda de Capoeira
Horário: 20h
Local: Casa da Cultura “D. Narcisa Stettener Pires”

Dia 17 de Novembro
Assinatura de Termo de Parceria para realização da 2ª Oficina Municipal Integrada sobre as  Questões Étnicorraciais
Horário: 10h
Local: Sindicato dos Empregados no Comércio – SECOM (Rua José Bonifácio, nº 335, Centro)
Assinatura de Termo de Parceria com a Unidade de Capacitação Profissional (UNICAP) para concessão de bolsas de estudos com condições especiais de pagamento
Horário: 13h
Local: Unidade de Capacitação Profissional – UNICAP (Avenida Monsenhor Seckler, nº 250, Centro)
Assinatura de Termo de Parceria com a Escola Municipal “Romário Antônio Barbosa” com o objetivo de descobrir talentos musicais e promover a formação de coral e grupos musicais da comunidade negra
Horário: 20h
Local: Escola Municipal “Romário Antônio Barbosa” (Avenida José Maurino, nº 80, Centro)

Dia 18 de Novembro
Um Debate Necessário: Cotas ou Reservas de Vagas para Negros (Afrodescendentes) e Indígenas
Horário: 19h
Local: Estação das Artes “Assumpta Luzia Marchesoni Rogado”

Dia 19 de Novembro
Consciência Negra no Jardim Vante e 1º Desfile Beleza Negra
Horário: 14h
Local: Proximidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) - Jardim Vante

Dia 20 de Novembro – Dia Municipal da Consciência Negra
Seminário Municipal: As Políticas Públicas Afirmativas para População Negra
Horário: 8h30
Local: Espaço Cultural “Olair Coan” (Escola Vereador Carlinhos)
Dia Municipal do Hip Hop - Movimento como Expressão da Cultura Negra
Encerramento Oficial da Semana Municipal da Consciência Negra
Horário: 14h
Local: União Esporte Clube (Rua Tristão Pires)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A (des)poluição do Tietê, já dura duas decadas

BLOG O MURAL: A questão relacionada ao nosso Rio Tietê é de estrema gravidade, pois desde 1990 vem se falando em limpar o rio para que ele se torne limpo e saudável. O que sabemos sempre é pela imprensa e muitas das vezes essa mesma imprensa que sobrevive do dinheiro dos grandes empresários que sempre aparece defendendo o rio, mas a verdade que não é mostrado pela mesma imprensa é que estes mesmo empresários não querem o rio limpo e explico o porquê de minha tese.

Simples se os rios, não só o Tietê, mas o Tamanduatei, Pinheiros e o Aricanduva que são os principais da grande São Paulo estiver limpo onde as empresas de toda grande São Paulo que inclui ABC, entre outras cidades do entorno de São Paulo iria despejar os dejetos não dos humanos, mas os dejetos da fábrica que eles têm que tratar, e que encarece seu produto e eles perdem mercados, pois perdem competitividade no ramos de suas atuações, pro isso não tratam 100% e jogam mais do que deveriam jogar nos pobres rios.

Com tudo isso é impossível nos vermos esses rios limpos, pois não a interesse do estado, não a interesse dos empresários de despuluir, e nem da mídia  de denunciar isso, sobram somente os bravos combatentes de ONGs que ficam batendo de frente com ajuda de algumas pessoas da população que tem mais noção da gravidade de se ter um rio poluído passando na sua cidade. Temos que levar em conta também que a ONGs que se corrompe em favor dos industriais e ficam fazendo média para inglês ver, e deixa de fiscalizar e cobrar soluções para esse descaso do estado e das indústrias com nosso maior patrimônio natural o rio.

O PSDB esta a frente deste projeto há 17 anos, mas ainda não achou ou encontrou força suficiente respaldos na sociedade e na mídia para cobrar das indústrias e comércio alem é claro das cidades esse naco de responsabilidade, alem disso, dizer que só o esgoto doméstico é que polui,  estão ocultando os maiores poluidores, já é comprovado que só o esgoto doméstico não seria difícil de acabar em uma década então já estaríamos em boa forma com o nosso rio, pois faz 20 anos que tentam despoluir esses rios.

Não sei se é caso de algum partido conseguir fazer isso sozinho, mas se juntarmos a força de todos que tem interesse nessa solução para nosso rio teríamos como cobrar de qualquer autoridade que esteja no poder para que fizessem sua parte na despoluição dos rios da grande São Paulo e das cidades que margeiam o rio da sua nascente até sua foz. A matéria abaixo mostra bem esse descaso com nosso rio, ela mostra tudo que pode a respeito das gravidades, mas não aponta os poluidores nem da nomes, ou seja, oculta quem de fato deveria ser constrangido por esse crime ambiental, assim como na corrupção não aparece os corruptores, na poluição não aparece os poluidores, simples assim, é nós vamos esperando que algo de diferente aconteça algum dia, se é que esse dia chegara.



JOSÉ BENEDITO DA SILVA

DE SÃO PAULO

O ano era 1992. Chitãozinho & Xororó cantavam em propaganda do governo de SP que a população poderia, enfim, voltar a nadar no Tietê.

Mais otimista, o governador Luiz Antônio Fleury Filho disse que um dia beberia do rio e que, na sua gestão, reduziria em 50% a sua poluição por conta do Projeto Tietê, o mais ambicioso plano ambiental da história de SP.

O ano é 2010. Quase duas décadas e US$ 1,6 bilhão depois, a água do Tietê no trecho que atravessa a Grande São Paulo está ainda pior.

O quadro, detectado em avaliação anual da Cetesb, mostra que ele segue feio (turvo), sujo (lixo e esgoto) e malvado (transmite doenças).

Dos seis pontos monitorados desde 1992, cinco estavam piores em 2010. Dos nove avaliados hoje, quatro são péssimos, e três, ruins. Os dois bons ficam perto da nascente, em Salesópolis (101 km de SP).

A Folha usou o IQA (Índice de Qualidade das Águas), o mais amplo dos indicadores apurados pela Cetesb, que leva em conta nove parâmetros, entre eles quantidade de oxigênio e coliformes fecais.

Em quase toda a região, as taxas de oxigênio ficaram perto de zero, o que inviabiliza qualquer tipo de vida.

Ou seja, o Tietê -que, em tupi-guarani, ironicamente, é "água boa" ou "rio verdadeiro"- é ainda um rio morto.

E não é o único: o cenário é o mesmo em todos os rios da capital, como Pinheiros, Tamanduateí e Aricanduva.

Apesar dos investimentos em esgoto, é grande o número de domicílios não ligados à rede -de favelas à beira de córregos a condomínios de luxo na zona oeste da cidade.

Nas duas primeiras fases do plano -a terceira vai de 2010 a 2015-, a Sabesp priorizou a montagem estrutural da rede, como a construção de três estações de esgoto (eram duas), redes coletoras e interceptores, entre outros.

O volume de esgoto tratado quadruplicou e incluiu 8,5 milhões de habitantes. "É a população de Londres", diz Carlos Eduardo Carrela, superintendente de Gestão de Projetos Especiais da Sabesp.

Parece muito, mas está abaixo da meta (18 milhões) e atinge só 50% da população. Dez cidades, como Guarulhos e Barueri, não tratavam nada do esgoto em 2010.

"É como na era medieval. O cocô é jogado no rio, o importante é ir embora da minha casa", diz Mario Mantovani, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, que monitora o plano desde o início.

Outro fator foi que a população cresceu (em 5 milhões) e, com ela, problemas como lixo e poluição do ar (chuva ácida), que já respondem por 30% da poluição do rio.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Nova aquisição: emenda parlamentar de R$ 50 mil para compra de um veículo destinado a amparar os projetos sociais

BLOG O MURAL: Novas oportunidades para o mês de novembro. No dia 3, uma emenda parlamentar foi assinada em São Paulo e destinará o valor de R$ 50 mil para a compra de um novo carro para a Secretaria de Desenvolvimento Social e Sustentável em Porto Feliz (SP). O projeto, de iniciativa do vereador Urias (PT), foi concretizado em parceria da Deputada Ana do Carmo (PT).
O veículo ficará a disposição da secretaria municipal, porém, atenderá todos os jovens e crianças que participem de projetos sociais, como: Projovem Adolescente, Espaço Amigo, Ação Jovem, Liberdade Assistidas, Agente Jovem Jr, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), oferecendo suporte para as atividades.
O próximo passo a ser dado será a realização da licitação, feita pela prefeitura. Segundo a secretaria responsável, o maior benefício será para os projetos sociais, pois ampliará o apoio oferecido e despertará a cidadania nos jovens.

sábado, 5 de novembro de 2011

A CPI das emendas foi para o arquivo, junto com as outras 100 CPIs.


BLOG O MURAL: Os deputados federais do PSDB, DEM, PPS cobram do governo federal que se apurem as denuncias e punam os acusados de corrupção o que afirmo - é correto - mas os mesmo partidos com a ajuda da mídia tentam a qualquer custo abafar a CPI que quer apurar as denuncia de favorecimento nas liberações de emendas a parlamentares da base do governo estadual, esta base já inclui outros partidos como PR, PSB, PDT, PV e PMDB alem é claro dos já citados PSDB, DEM e PPS, todos os deputados juntos não deixam passar CPIs que tente apurar qualquer denuncia contra o governador Alkimim. O texto abaixo do presidente de PT de Sorocaba mostra a realidade desta disputa na assembléia, ele também é assessor parlamentar do deputado estadual Hamilton Pereira-PT.

A pergunta que fica é porque que pau que bate em Francisco em Brasília não quer bater em Chico em São Paulo? Algo de errado deve ter, afinal quem cobra com tamanha veemência uma apuração em Brasília deveria também apoiar da mesma forma em São Paulo. Os grifos e do blog.

CPI das emendas parlamentares

Esta denuncia de compra de deputados em São Paulo é da mesma gravidade do que foi o chamado mensalão para o governo federal em Brasília, mas o tratamento dado pela midia nas duas denuncia tem diferença de quilometro de distancia e de igualdade, uma ficou por mais de 6 meses no noticiário e sempre que possivel vem a tona como um absurdo descalabro de distorção das informações tentando na pressão colocar o povo contra um unico partido que é o PT, sendo que varios partidos  estavam envolvido, já a outra não durou mais que duas semana e não se tem mais notícia sobre o assunto nem quando os deputados encerrarm a CPI num manobra dentro da assembléia.

O deputado Roque Barbiere (PTB), da base do governador tucano Geraldo Alckmin, denunciou recentemente o escândalo das emendas parlamentares. Fez questão de deixar muito claro que este esquema não era praticado por todos os deputados, mas foi suficiente para colocar a casa legislativa do mais importante estado no olho do furacão. O deputado governista disse que há ...parlamentar que, ao liberar suas emendas, já indica quem vai executar a obra, e a contrapartida é uma porcentagem do valor liberado.

Feito a denúncia, o governo do PSDB entrou em ação para abafar o caso, encontrando eco na grande mídia, que pautou pouco este escândalo. Na Assembleia Legislativa, os deputados que compõem a base governista ocuparam os espaços de investigação, com o único objetivo de não deixar andar qualquer proposta da oposição que fosse para apurar as denúncias. Para se ter uma ideia do rolo compressor, dos 94 deputados estaduais, apenas 28 não pertencem à base governista. Mas isso tem um preço: estudo realizado pela assessoria técnica da bancada petista comprava que deputados que apoiam o governador são privilegiados na liberação de emendas. De um total de R$ 48 milhões liberados pelo estado, R$ 15,9 milhões foram para deputados do PSDB, R$ 9,6 milhões para o DEM e R$7 milhões para o PV. O PT, que compõe a maior bancada da casa (24 parlamentares) teve pouco de mais de R$ 3 milhões em recursos.

A bancada petista pediu a abertura de uma CPI para apurar as denúncias de Barbiere e conseguiu apenas 30 das 32 assinaturas necessárias até o momento. Os movimentos organizados fizeram um ato no último dia 27 de outubro na Assembleia Legislativa, no sentido de sensibilizar os demais parlamentares a assinarem a CPI. Não tem sido fácil chegar lá. Aqui na nossa região, somente o deputado Hamilton Pereira assinou o pedido. Os demais deputados, que seguem a orientação do governo, não assinaram. As entidades continuarão a realizar uma série de ações para que os deputados apurem as denúncias. CPI já!

José Carlos Triniti Fernandes - Presidente do PT de Sorocaba


Outra pergunta que o blog faz é porque com tanta emenda liberado para os deputados do PSDB, DEM e PV Porto Feliz nunca foi beneficiada? Só emendas dos deputados do próprio PT como foi o caso do deputado Hamilton Pereira e Ana do Carmo que recentemente destinou emendas para cidade.
Olha que os deputados do PV, PSDB e DEM foram bem votados na cidade.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PAT de Porto Feliz oferece 13 novas vagas de emprego

BLOG O MURAL: O Posto de Atendimento ao Trabalhador de Porto Feliz está nesta semana com oferta de 13 vagas de emprego em 10 funções.


As vagas são para Eletricista de manutenção (1 vaga, 2º grau completo, técnico em eletromecânica, informática)


Representante comercial (1 vaga, com experiência na área de confecção, disponibilidade para viajar, ter carro próprio)


Montador de móveis (2 vagas, com experiência, ter moto)


Carpinteiro (1 vaga, com experiência)


Fresador ferramenteiro (1 vaga, com experiência)


Costureira (2 vagas, com experiência)


Pedreiro (2 vagas, com experiência)


Mecânico de ônibus (1 vaga, com experiência)


Eletricista de ônibus (1 vaga, com experiência)

Professor de Educação Física.


Para encontrar mais vagas de emprego, os interessados devem acessar o endereço virtual: www.empregasaopaulo.sp.gov.br.


Ao comparecer ao PAT leve sempre carteira de trabalho, RG e CPF. O posto fica no Paço Municipal, na Rua Ademar de Barros, 340, Centro. Mais informações pelo telefone 3262-1206.

Os caminhos da ESCRAVIDÃO

BLOG O MURAL: Os indígenas são os primeiros a serem escravizado no nosso país, fizeram isso assim que aqui chegaram os europeus, mas sua substituição da mão-de-obra escrava pela africana no Brasil colônia ocorreu, progressivamente, a partir de 1570. As principais formas de resistência indígena à escravidão foram as guerras, as fugas e a recusa ao trabalho, além da morte de uma parcela significativa deles. Segundo o historiador Boris Fausto, morreram em torno de 60 mil índios, entre os anos de 1562 e 1563. As causas eram doenças contraídas pelo contato com os brancos, especialmente os jesuítas: sarampo, varíola e gripe, para as quais não tinham defesa biológica. Outro fator bastante importante, se não o mais importante, na substituição de mão-de-obra indígena pela africana, era a necessidade de uma melhor organização da produção açucareira - veja que nossa cidade tem a 3° usina de açúcar instala no país e 1° no estado de São Paulo – que assumia um papel cada vez mais importante na economia colonial (1500–1822). Para conseguir dar conta dessa expansão e demanda externa tornou-se necessária uma mão-de-obra cada vez mais especializada, como a dos africanos, que já lidavam com essa atividade nas propriedades (colônias de exploração africana) dos portugueses, no litoral da África, também como escravos, assim era necessária também mão-de-obra escrava africana para suas colônias de exploração na América, e assim foi até a abolição.
O trafico foi proibido por pressão dos ingleses, a Lei Feijó foi promulgada em 1830 proibindo o tráfico de escravo. Apesar de não ser levada a sério, os colonos europeus detentores de escravo pressentindo o fim do tráfico, começaram a fazer estoque de escravos. Devido a essa lei, os navios negreiros não podiam chegar oficialmente pelo porto da cidade, mas numa conduta de desobediência as ordens do Império (1822–1889), com o rei fazendo vista grossa, o trafico de negos perdurou no Brasil por mais tempo e, por isso, até o ano de 1850 os escravos eram desembarcados clandestinamente no porto de Paraty-Mirim, a 20 km da cidade. Nesse ano foi promulgada a lei Eusébio de Queiroz que acabou definitivamente com o tráfico. Já a abolição da escravatura assinada pela Princesa Isabel (Lei Áurea) em 13 de Maio de 1888, ou seja, 58 anos depois orientada a partir dos interesses de brancos europeus, contra inclusive a comunidade européia que vivia no Brasil. Essa lei veio na verdade inaugurar uma nova situação de exclusão e subordinação para comunidade negra e indígena brasileira.
Não foi à toa que, concomitantemente à abolição, a elite de intelectuais brancos brasileiros buscou pensar a nova realidade do país, e por meio de teorias racistas, importadas da Europa, criaram-se até uma lei que proibia pessoas tomarem posse de terras sem autorização do Rei e seus assessores detentores de colônias, essa lei foi lavrada antes da libertação dos escravos para que eles não pudessem ter acesso a terra para sobreviver e novamente se tornar escravo livre, mas sem emprego e subjugado vivendo a própria sorte junto com os índios na mesma situação. Segundo relatos históricos saíram da áfrica no período escravagista mais de 5 milhões, trazidos (arrancados contra sua própria vontade) da África até o fim do trafico negreiro, essa população aumentou tanto ao ponto de hoje negros e mulatos constituírem 43% da população brasileira segundo o IBGE senso 2009
“Já a separação social e cultural durou até pouco tempo atrás, pois não são recentes as histórias de negros que não podiam frequentar os mesmo espaços que o branco, na nossa cidade tem pessoas mais antigas que contam que a nossa praça central Praça da Matriz era o espaço do branco e a Rua da Laje espaço para negro, assim como tínhamos o clube de danças dos brancos e clube de dança dos negros”.
O racismo no Brasil estava à época cada vez mais formada, pois vinha de geração em geração, uma ideia feita e formada pelo nosso país e o próprio país Portugal que era detentor das posses da colônia, isso perdurou mesmo depois da nossa independência, onde eram dito que a raça negra é mais inferior as outras etc. Hoje o cenário é outro, porem tem muitas distorções culturais, educacionais e sociais, são veladas, mas tem, e essas distorções é que tem que ser reparada, pelo debito histórico que temos com as duas raças.
Aplicar política de cotas é aplicar política afirmativa, política já usada pelos EUA na década de 60 onde a Ku Klux Klan (seita que pregava a morte do negro na fogueira) atuava, o que mostra um trabalho de reparo que os estados americanos faziam na década de 60 e fazem até os dias de hoje. Talvez isso não resolva de vez a questão da desigualdade social, mas com certeza essa política de cotas estará ajudando a nossa sociedade trilhar o caminho da reparação que devemos a este dois povos, pois a escravidão no Brasil perdurou por quase 300 anos, e, é uma questão muito séria, por isso hoje existem leis feitas para punir as pessoas que discriminam que pode levar a sérias punições. Racismo é crime.
Urias de Oliveira, professor de História

Cota versus Polêmica

BLOG O MURAL: Projeto de Lei reserva 20% das vagas em concurso público para negros e índios em Porto Feliz. A discussão vai além – se declarar favorável ou contra exige uma avaliação do contexto histórico

A cota discrimina?
A polêmica se estende e questiona: podemos associar o sistema de cotas ao racismo? “Para esta população, a cota se torna sim uma discriminação, mas positiva. Tem o objetivo de incluir, promover a igualdade de condições. Se os negros e índios sempre foram discriminados negativamente, então, contornar essa situação é garantir que terão um diploma, um espaço para trabalhar e poderão mostrar que são iguais aos brancos”, conclui ela.
Outro argumento é defendido pelo professor de História e Geografia, Urias de Oliveira, onde devemos entender o fator de “raça” minimamente para se entrar na discussão das cotas. “Raça: precisamos definir o que é. Pode-se dizer que os seres humanos têm antepassados comuns. Mas alguns grupos, viveram distantes de outros por muito tempo. Desenvolveram características de pele, olhos, lábios, altura e cabelo, por exemplo, que fazem deles pessoas assemelhadas entre si, mas diferentes de outros grupos. Basicamente, isto cria as raças”, explica.
Já Eni Augusta de Paula, advogada e presidente do Conselho Municipal da Comunidade Negra de Porto Feliz, explica que o sistema de cota é um mecanismo disponível na sociedade para a implementação das medidas de correção das desigualdades e a eliminação das discriminações raciais em que a população negra está submetida. “São principalmente os jovens negros e mulheres negras que estão nessa situação, infelizmente. Com a oportunidade de trabalho, o poder aquisitivo será melhor – a realidade pessoal, familiar das pessoas beneficiárias etc. A reserva de cotas terá um caráter temporário, não será eterna. Mas é preciso desigualar para igualar. Quando isto acontecer, poderemos dizer e conferir que somos iguais, nas oportunidades, acesso a bens e serviços públicos. Daí as cotas não serão mais necessárias”, conclui.

Cota: pode ser definida, segundo o dicionário, como “uma parcela que cada indivíduo contribui” em determinada situação. Aqui, a definição se torna outra: como criar parâmetros para aumentar a igualdade social? O projeto de Lei nº 98/2011, de autoria do prefeito Claudio Maffei (PT), propõe que 20% das vagas dos concursos públicos sejam destinadas aos negros e índios. No Brasil, a medida foi adotada no Rio de Janeiro, no último mês de julho, seguindo a iniciativa de outros dois Estados, no Paraná e no Mato Grosso do Sul. A pauta foi discutida entre os vereadores no dia 15 de outubro, mas, sem se chegar ao objetivo (que é permitir ou negar a implantação do novo sistema), foi discutida novamente, no dia 25, e obteve a aprovação do Legislativo.
Durante o debate, muitas opiniões se declaram contra o tema. Mas para entender a tese defendida em banca, é preciso levar em consideração os fatores históricos no qual o negro está inserido. Para Carlos Carvalho Cavalheiro - professor de História e vencedor do Prêmio Anual Sorocaba de Literatura, com a obra Vadios e Imorais: Preconceito e Discriminação em Sorocaba e Médio Tietê - esse sistema surge dentro de uma perspectiva de ações reparadoras e se não entendermos a construção histórica em que se fundamentam as desigualdades no país, se tornará impossível compreender a lógica das cotas. “É obvio que as cotas, por si só, não podem ser consideradas como a melhor – e nem a definitiva – forma de superar séculos de exclusão. O importante das cotas é o tema para discussão. A primeira dela é reconhecer uma dívida e, portanto, que deve ser paga”, explica.
Segundo Cavalheiro, nossa sociedade se fundamentou no preconceito por mais de cinco séculos. Se tornando impossível – como por um passe de mágica – acabar com a desigualdade de um dia para o outro. “Penso que estamos avançando, muito lentamente, mas em aspectos para a diminuição do preconceito”, diz.
Para a Doutora em Antropologia, Josefina Tranquilin, acompanhar os debates a respeito e pesquisar sobre o assunto ajuda a formar uma opinião. Ela acredita que a implantação do sistema de cota é uma medida emergencial que deve ser tomada, pois, combaterão não apenas o preconceito racial, mas os efeitos desse preconceito até hoje sofrido por esta população. “Se olharmos para as condições de desigualdade social que homens e mulheres negros vivenciam no nosso país, temos a certeza que existe um preconceito”, explica. “Como acabar com essa situação, se grande parte dos negros não tem acesso às universidades? Como chegar até esse local, se fica para eles os piores empregos, os piores salários? Os índios vivem uma situação muito pior! Diferente dos negros, eles já estavam aqui na colonização e além de serem dizimados, foram aculturados de forma absurda. Hoje, existe um pretencionismo que os desloca da sociedade do branco”, defende.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Obras do Governo também serão fiscalizadas pelo lider do governo

BLOG O MURAL: Na próxima semana o Vereador Urias de Oliveira (foto) também visitará as obras que estão sendo construídas pela prefeitura. O vereador realizará visitas nas obras do CDHU, INSS, EMEF Zilda, Cozinha Piloto e Creche, obras que estão sob o olhar do prefeito Cláudio Maffei (PT).

Nos dias 24 e 25, o prefeito Cláudio Maffei percorreu as obras, acompanhado de seu vice, Julio Bronze (PT), para acompanhar o andamento das obras.

No dia 24, Maffei analisou as obras das 86 casas que estão sendo construídas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), no Jardim São Marcos, o prédio que abrigará a agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), próxima a rodoviária e também a escola Zilda Tomé de Moraes, no bambu. No dia 25, foi a vez do prédio da Cozinha Piloto e da creche de educação infantil Chapeuzinho Vermelho.

Além da fiscalização do prefeito, estão envolvidos também o Diretor de Obras, Sandro Marcelo Bello, o vice prefeito, Júlio Bronze.

CDHU - Para a próxima segunda-feira, está agendada a medição final da obra, também com fiscais da companhia. Acontece a finalização dos documentos para a realização dos sorteio das moradias e a entrega aos beneficiários.
INSS - De acordo com o setor técnico e logístico do INSS de Sorocaba, as obras da agência em Porto Feliz já entraram na quinta fase, de um total de oito. A fase atual inclui alvenaria, colocação da rede de esgoto, reboco, acabamento interno, implantação de sistema elétrico e de ar condicionado, entre outros serviços que estão em andamento.
Emef Zilda - No espaço foi realizada a limpeza do terreno e terraplanagem. A Prefeitura trabalha agora nas fundações do prédio, que terá aproximadamente 4 mil metros quadrados de área construída. O próximo passo será a implantação da estrutura metálica para elevação do prédio, além da construção da casa do caseiro.
Cozinha Piloto e Creche - O prédio da antiga Cozinha Piloto, na Rua Cônego Belotti, passou por reforma de piso, pintura, troca de parte dos forros, além da manutenção da parte elétrica e hidráulica. A reforma continua em andamento; a próxima etapa será a manutenção da parte externa do prédio.
Outro espaço que segue em obras é o Centro de Educação Infantil Municipal “Chapeuzinho Vermelho”, na Vila Progresso. A creche está passando por reforma e manutenção dos espaços.

Escola Zilda Thomé

Casas do CDHU
A.I. Prefeitura

Quem é selvagem?

Ficheiro:Claudiolembo2006.jpg 
Foto google, Cláudio Lembo
BLOG O MURAL: O texto do Pofressor Cláudio Lembo filiado ao DEM, e por isso me deixa a vontade para comentar sem que os abestados chamem de esquerdista, é lucido e traz dentro dele o pré-conceito gerado pela grandes potencia contra povos que eles acham ser subjulgdos para tomar suas proprias decisões, o texto é brilhante e mostra o lado negro das guerras travada no século XXI nada tem de diferente das Cruzadas do século XIII. onde se usou o cristianismo com muleta para expropriação de bens (econômico) dos povos de outras denominações religiosa.

“Morreu Kadafi. Os meios de comunicação ocidentais comemoram. Algumas personalidades internacionais demonstram satisfação. Todos proclamam a importância do fim de mais uma ditadura.

Restam, no entanto, perguntas não respondidas. A História da Líbia é de conflitos permanentes. Desde a antiguidade, a área geográfica, onde se situa o país, foi invadida por inúmeros povos: fenícios, gregos, romanos, vândalos e bizantinos.

Em tempos mais recentes, italianos, alemães, ingleses e franceses estiveram ocupando os desertos que se estendem, a partir do Mediterrâneo, no norte da África.

Beberes e árabes formam a população líbia que, a partir do governo de Mohamede ben Ali – em 1840 – adotou o islamismo como religião, a partir de uma seita que se tornou altamente popular.

Aqui a primeira pergunta sem resposta. A queda violenta de um governante, ainda que ditador, não gerará um clima de humilhação e revolta em grande parcela da população?

Esta é muçulmana. Durante os últimos séculos, foram vítimas do colonialismo e do imperialismo que, sem escrúpulos, utilizou as riquezas naturais dos povos dominados.

Até há pouco, os governantes europeus cortejavam Kadafi e o utilizavam para negócios exuberantes. De repente, o dirigente morto caiu em desgraça.

Para derrubá-lo, somaram-se as maiores e mais poderosas forças armadas. Estados Unidos aliados à OTAN – Organização do Tratado do Atlântico – bombardearam sem piedade populações civis.

Quando se realizam operações militares contra alvos indiscriminados restam traços de rancor e desamor nas coletividades agredidas. Até hoje, apesar das aparências em contrário, as populações das cidades alemãs bombardeadas na última Grande Guerra – particularmente Dresden, Frankfurt e Berlim – guardam a dor pela perda de seus antepassados.

O Ocidente, em sua ânsia de dominação, vai semeando ódio e desencanto por toda a parte onde se encontram presentes os muçulmanos. Ontem, foi o Iraque e o Afeganistão. Hoje, a Líbia.

Esta macabra escalada precisa conhecer paradeiro. Ser finalizada. Irá tornar a falsa primavera árabe em rigoroso inverno, nas relações entre os povos.

Os dias de hoje recordam o dramático e brutal episódio das cruzadas. Agrediram populações que as receberam calorosamente. Saquearam. Mataram. Violentaram. Em nome de valores religiosos, praticaram atrocidades inomináveis.

Repetir a História é tolo. O Ocidente sempre a repete se fundamentado em princípios intrinsecamente valiosos. Fala em democracia. Omite que esta, para ser implantada, exige condicionantes culturais e sociais.

Na verdade, o que se constata é o interesse econômico nas áreas integrantes da chamada falsamente Primavera Árabe. Está se gerando, na verdade, uma grande reação dos povos que adotam o Islam como religião.

O futuro demonstrará que, apesar das intervenções econômicas que virão, um substrato de animosidade restará presente. Quem é agredido, mais cedo ou mais tarde revida.

É lamentável que os países europeus e os Estados Unidos conheçam apenas as armas como diplomacia. Seria oportuno adotarem o diálogo como forma de resolver conflitos.

Chegou-se ao Século XXI com os mesmos vícios da antiguidade. Não se busca a paz. Deseja-se a guerra. Violam-se princípios. Aplaude-se a morte de pessoas indefesas.

Não é assim que se educa para a democracia. O devido processo legal e o direito de defesa são sustentáculo de valores perenes. O espetáculo selvagem visto nos últimos dias empobrece a humanidade. Envergonha seus autores.

A Primavera Árabe transformou-se no inverno dos mais elevados valores concebidos no decorrer do tempo. Continuam selvagens, como sempre.”

Cláudio Lembo - DEM, é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, doutor em Direito, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. É também professor titular de direito constitucional e de direito processual civil do Mackenzie, instituição da qual já foi reitor. Advogado desde 1959, publicou vários livros.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Abertura da "Semana de Incentivo à Leitura" é realizada no dia 24, no Parque das Monções

BLOG O MURAL: A abertura da Semana de Incentivo à Leitura - Projeto Parque Biblioteca - foi realizada no dia 24 de outubro. O evento ocorreu no Parque das Monções, e contou com a participação dos alunos da escola Porto dos Bandeirantes, professores e visitantes.

As crianças do Módulo II de ensino, realizaram a apresentação teatral "Dona Baratinha". Em cena, mais de dez crianças enfeitaram o palco, entre flores, borboletas e animais. O enredo conta a história da Baratinha que procura um noivo. Encontra vários animais na floresta, mas nenhum deles a conquista. Já sem esperanças, passa pela janela da sua casa o senhor Baratão. É amor a primeira vista!

Na segunda parte do evento, o lançamento do livro "O Pássaro", da escritora porto-felicense Samanta Holtz - lançamento em janeiro de 2012 pela Editora Novo Século. No espaço, a escritora contou sobre a história do livro para as crianças presentes, como foi escrevê-lo e quando surgiu a paixão pela leitura.

No encerramento, os participantes puderam conferir um stand montado ao lado do Monumento das Monções, que ficará aberto até o dia 29 (sábado), expondo revistas e livros com acesso livre para quem se interessar em ler ao ar livre.

O projeto Parque Biblioteca é uma iniciativa da prefeitura municipal, Secretaria de Educação Esporte e Cultura e realizado por meio da Diretoria de Educação.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

As asas da LITERATURA

BLOG O MURAL: Moção de aplauso é entregue à jovem escritora porto-felicense Samanta Holtz - pela publicação de seu livro “O Pássaro”, que será lançado em janeiro


A infância é o momento dos descobrimentos. Além das brincadeiras, experimentar novos alimentos, a participação na escola, a educação ensinada pelos pais, os irmãos – que acompanham a vida social do ser humano logo no início da vida - passa a fazer parte do contexto em que seremos inseridos o viver em comunidade! Não seria diferente com a porto-felicense Samanta Holtz de Camargo. Ela aprendeu a ler sozinha, quando pequena – ao observar e tentar desvendar o que diziam os gibis escritos por Maurício de Souza - e aos 24 anos de idade está publicando seu romance “O Pássaro”, em contrato assinado com a editora Novo Século, em janeiro de 2012.

Segundo Samanta, sua terceira obra (a primeira foi aos 14 anos, sob o título “Renascer de um Outono”, seguida de “Corpo e Alma”), entre pesquisas e idéias, demorou dois anos para ser concluída. “O Pássaro” foi inspirado no sistema feudal, ainda na Idade Média. “É quando pude misturar muitos segredos ao romance, um pouco da cultura cigana. Já simpatizava com esse período histórico, então logo surgiram ideias para escrever”, conta a escritora.
Em entrevista exclusiva para o Blog O Mural, Samanta revela como foi o processo de organização dos livros, como surgiu a paixão pela literatura e como foi o processo de publicação do livro. Além, claro, da entrega de uma Moção de Aplauso realizada no Plenário no dia 17 de outubro – de autoria do vereador Urias de Oliveira – prestigiando e reconhecendo seu trabalho. Confira!



Como e quando foi que começou a escrever?
Tinha 14 anos e estava em casa, esperando meus pais para sair, quando surgiram ideias. Fui escrevendo no final de um caderno, ali, rapidinho. Vi que o conto foi ganhando força. Mudei para outro caderno. Quando acabou esse espaço, comecei a digitar no computador. No final, tinham 300 páginas escritas do livro “Renascer de um Outono”. Quando pequena, juntava folhas de papel e grampeava todas, escrevia. Comecei a ler nas histórias em quadrinho, do escritor Maurício de Souza. Minha paixão. Uma vez me esforcei tanto para ler, que perguntei a minha mãe se era o que eu havia entendido, e era! Foi uma surpresa, pois ainda não frequentava a escola.

No terceiro livro, “O Pássaro”, em que se baseou?
Simpatizava com a época do sistema feudal, na Idade Média. Pensei num momento principal do livro. Escrevi. Desenvolvi o começo e o final só depois. Foi assim, o que surgia em mente, colocava no papel e escrevia. Na história, há um capítulo onde acontece uma cerimônia cigana. Não havia material para pesquisar sobre o assunto. Um dia vi uma matéria na televisão e corri pegar papel para anotar tudo o que eles falavam. Foi desse jeito, pesquisando, imaginando, que escrevi e demorou dois anos para concluir o livro.

Como foi o processo com a editora Novo Século?
Procurava sempre mandar meus livros para as editoras. Fazia uma lista, com tudo anotado, para quem tinha enviado, para evitar ficar mandando o mesmo livro para a mesma editora. Foi difícil. Ouvi muitos ‘não’. A editora Novo Século tem um diferencial: um projeto para novos escritores que não possuem livros publicados. Resolvi inscrever a obra no projeto. Enviaram-me um formulário com perguntas sobre o livro e sobre mim. Respondi. Enviaram outro formulário, mas desta vez, pedindo a obra completa. Logo veio a notícia que seria publicado. Nem acreditava!

Quando será lançado?
Em janeiro, na cidade de Sorocaba (interior de São Paulo), pois é pertinho da nossa cidade. Haverá um evento no dia do lançamento, mas ainda não tenho a data.

Quais outros livros já escreveu?
O primeiro, “Renascer de um outono”, bem tranquilo. Era novinha... Seria um conto, acabou se tornando um livro. O segundo, “Corpo e Alma”, é místico. Conta sobre pessoas que nunca se viram, mas há aquela impressão que se conhecem. Além de contos que gosto de fazer.

Você é formada em Publicidade. Como aliar a paixão pela literatura?
Pensei em fazer jornalismo, pela parte da escrita. Amo escrever. Mas na Publicidade, é a criatividade. Um vai complementar o outro, fazer divulgação, marketing... Quando fiz a faculdade, era mais focado em marketing do que a escrita. No futuro, será bem útil.

Já participou de concursos?
Sim, aqui em Porto Feliz, ganhei um prêmio de um concurso realizado na Casa da Cultura. Prêmio municipal de redação da cidade... Tinha nove anos.

Quais os próximos planos?
Tenho um romance, daqueles que você quer passar a tarde lendo. Já está no final da revisão. Falta registrar o nome e divulgar. Se tudo der certo, em dezembro estará pronto.