sexta-feira, 3 de julho de 2009

Deputados petistas entregam manifesto de apoio à Emidio


BLOG DO U: (Foto e texto do Portal Hamiltom)Aconteceu na última terça-feira (30/6), na sede do Diretório Estadual do PT-SP, a entrega - por parte de deputados estaduais da bancada petista na Assembleia Legislativa, de um manifesto de apoio à candidatura do prefeito de Osasco, Emidio de Souza, ao governo do Estado.


A entrega foi feita ao presidente do Diretório Estadual do PT-SP, Edinho Silva, que compõe a comissão que está incumbida de discutir a tática eleitoral no PT e junto aos partidos do chamado campo democrático. Além de Edinho, esta comissão é composta pelos líderes das bancadas petistas na Câmara de Deputados, Candido Vaccarezza, e Assembleia Legislativa, Rui Falcão, e do presidente do Diretório Nacional do PT, Ricardo Berzoini.


Manifesto - 15 dos 19 deputados estaduais do partido assinaram o documento. Estiveram no diretório para a entrega do manifesto os deputados Carlinhos Almeida, Antonio Mentor, José Zico Prado, Donisete Braga, Hamilton Pereira, Marcos Martins, Vanderlei Siraque e Roberto Felício. Segundo o deputado Carlinhos Almeida, o documento não é contra nenhuma candidatura petista e sim a favor da candidatura do prefeito Emídio. "O que queremos com esse manifesto é ressaltar a importância do candidato do PT ser um quadro com experiência política e administrativa, que possa de fato contribuir para a implantação de um projeto alternativa à política tucana em São Paulo", disse o deputado.


Durante o ato foi destacado o perfil de Emídio - que já foi vereador, deputado estadual e é prefeito reeleito de Osasco-, e que tem uma trajetória política que se confunde em muitos momentos com a história do PT em São Paulo. Outro aspecto abordado foi o sentimento de união e mobilização da militância petista encontrado nas Caravanas que estão acontecendo nas macrorregiões do PT, o que demonstra o comprometimento com a construção de um programa de governo comprometido com mudanças no estado de São Paulo.


O presidente Edinho recebeu o manifesto afirmando que não há incompatibilidade entre a posição dos deputados que o assinam e a resolução do diretório, que aponta para a discussão de um nome para a disputa de 2010 juntamente com partidos aliados. "Emídio é um dos nomes fortes do PT para a disputa do ano que vem. Sua trajetória política e sua atuação à frente da prefeitura de Osasco o qualificam para ser um ótimo governador do estado. Porém, hoje temos outros nomes importantes que podem ser lançados e que também têm amplas condições de vencer a eleição", afirmou ele.


Edinho disse ainda que este é justamente o momento para as lideranças e a própria militância se manifestarem em favor de seus pré-candidatos. "Com as caravanas, a formação da comissão para discutir a tática eleitoral e a mobilização de nossa militância, estamos em um momento muito importante de debates. Mas ainda não podemos ter nenhuma definição. Vamos continuar conversando com todos para, em um futuro próximo, ter condições de escolher o melhor candidato para a disputa do cargo de governador de São Paulo", finalizou.

Leia abaixo a íntegra do documento:


Manifesto de apoio à candidatura de Emidio de Souza para o governo do Estado de São Paulo
Considerando a decisão do Diretório Estadual do PT-SP de iniciar os debates sobre as eleições 2010 e as manifestações de diversos companheiros a respeito do tema, os deputados estaduais subscritos manifestam seu apoio ao prefeito Emidio de Souza como nome do PT a ser apresentado aos partidos aliados visando construir uma alternativa para o governo do Estado de São Paulo.
A trajetória vitoriosa de Emidio de Souza como deputado estadual e prefeito de Osasco, reeleito em primeiro turno, faz de seu nome uma opção real e viável para construir uma ampla aliança política capaz de vencer a disputa eleitoral e superar um projeto que, após 25 anos, levou o Estado a resultados pífios nas áreas mais importantes da administração pública.
Emidio de Souza tem competência administrativa para enfrentar os desafios decisivos para São Paulo na educação, saúde, transporte, segurança pública, desenvolvimento econômico, agricultura etc. Sua capacidade de diálogo e compromisso democrático o torna apto a aglutinar prefeitos, vereadores e deputados de diversos partidos, além de lideranças empresariais e sindicais em torno de um programa que impulsione a economia e promova a inclusão social no Estado.
Em São Paulo, o PT conta com força política e base social de grande expressão. Possuímos uma militância combativa e lideranças políticas capazes de organizar com firmeza e generosidade uma ampla aliança de partidos e setores da sociedade que altere profundamente a política em nosso Estado.
Manifestando nosso respeito a todos os nomes lembrados para essa missão, deixamos clara nossa opção por um nome que tem história no partido, experiência político-administrativa e disposição para a luta.
Emidio de Souza: esse é o nome que o PT deve apresentar a todos aqueles que desejam construir uma alternativa transformadora para São Paulo.
Assinam o documento os deputados estaduais:
Carlinhos Almeida

Antonio Mentor

José Zico Prado

Donisete Braga

Hamilton Pereira

Marcos Martins

Vanderlei Siraque

Roberto Felício

Enio Tatto

José Candido

Vicente Candido

Maria Lucia Prandi

Ana do Carmo

Fausto Figueira

Beth Sahão

Diretório do PT Estadual

Santayana: oposição não tem autoridade para criticar Sarney

BLOG DO U:A tragédia e a farsa02/07/2009 - 00:03 Enviado por: Mauro Santayana
por Mauro Santayana, no JB Online


Elegante e moderado, enquanto viveu, o excelente médico e homem público José Aristodemo Pinotti contribuiu, com sua morte, para que arrefecessem os ânimos no Senado, na tarde de ontem. Presidindo a sessão de homenagem ao morto, o senador José Sarney pediu que os discursos se limitassem à sua memória, mas não teve êxito. O senador Arthur Virgílio quebrou o rito, ao anunciar que venderá propriedades da família, a fim de ressarcir o Tesouro do dinheiro que foi pago a um funcionário que, lotado em seu gabinete, viveu em Paris, durante mais de um ano.

Essa crise no Senado está muito distante da versão shakespeareana do complô contra César: não conseguimos ver, sob a manga da túnica de Arthur Virgílio, nem sob as dos outros que a ele se unem, o punhal de Brutus e de seus companheiros de conjura. Os punhais de hoje são metafóricos, e o senador pelo Amazonas não tem as dimensões trágicas de Marcus Brutus. O que se passa no Senado está mais para uma pantomima da commedia dell'arte do Renascimento Italiano.

Quaisquer que tenham sido os erros do senador Sarney na presidência do Senado, eles não são exclusivos do político do Maranhão. A cultura da tolerância permitiu que a representação parlamentar se degradasse a esse ponto. A longa experiência política do ex-presidente da República o devia advertir que, com os inimigos e adversários que reuniu durante décadas, devia precaver-se. Mas, pelo que vemos, quaisquer tenham sido os seus erros, ele se encontra em condições de devolver, aos honourable and wise men, todas as pedras que lhe são atiradas.
Falta autoridade a Arthur Virgílio para pedir o afastamento do presidente do Senado, depois de ter confessado alguns de seus próprios pecados. Ele parece ter sido aconselhado pela astúcia jesuítica da restrição mental, quando se esqueceu, no auge de sua investida, que se valera de Agaciel Maia, a fim de socorrê-lo em Paris. Fora o senador imprevidente, ao viajar para a França sem os recursos necessários, ou perdera o controle dos gastos, o que dá no mesmo. E se esqueceu de que, na mesma Paris, estava a prova de outro descuido: o de ter, ali, recebendo vencimentos no Senado, um servidor público lotado no seu gabinete em Brasília.

Entre as muitas lições do episódio, duas se destacam. Ambas são importantes para a correção ética da vida política nacional. A primeira é que, em consequência de uma disputa menor, desencadeou-se o processo que levou à ruptura da omertà corporativa. Os debates podiam ser acesos, e eram, mas não se tocava nas coisas domésticas. Afinal, de minimis non curat praetor: dos atos secretos e dos acertos financeiros, coisa menor, cuidava o diretor-geral e seus auxiliares. Agora a cidadania sabe que uma coisa eram os discursos inflamados no plenário, outra os entendimentos fora dos holofotes e dos olhos dos repórteres.

Outra grande lição é que não pode haver República democrática sem oposição. Não temos oposição. Primeiro porque não há partidos políticos, mas, sim, grupos de interesses, que se articulam entre si, como se articulam com os “poderes de fato” exercidos pelos homens de negócios, na defesa da “estabilidade”, ou seja, da permanência da injustiça. Não há partidos políticos, salvo os pequenos, que dão testemunho ideológico no Congresso, porque não há ideias em que os grandes se sustentem. Identificam-se, vagamente, como conservadores e liberais, e dizem oscilar em torno do centro. A oposição é de faz de conta.
Faltam ao Parlamento de hoje homens de ideias e de ação, como foram, em seu tempo, os oposicionistas Prado Kelly e Affonso Arinos, e os defensores do governo de Vargas, Juscelino e Jango – como Vieira de Mello, Tancredo Neves, Gustavo Capanema, Paulo Pinheiro Chagas, Almino Afonso, entre outros.

Ao presidir, com habilidade, a transição para o estado de direito, que caberia a Tancredo, o senador José Sarney prestou serviços valiosos ao povo brasileiro. Não foram fáceis aqueles anos, de 1985 a 1990, com o acúmulo de problemas, como o da inflação e o do desmonte do entulho autoritário. Embora o passado não absolva o presente, muitos dos que o acusam hoje, e são beneficiários dos desvios administrativos, nada ofereceram ao país, senão sua ambição.

Os cidadãos esperam que todos os fatos se esclareçam, e que os responsáveis pelos desmandos, ativos e passivos, paguem pelos seus erros.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A coincidência da vida achado na internet.


BLOG DO U: Olha a coincidência.
Achei esta foto no blog do Favre. Possivelemente tirada em 1965.



Essa outra foto eu tirei na fazenda Ipanema este ano.

O PSDB troca a ave pelo boneco.

BLOG DO U: Uma nota que o Estadão não publicou -Em entrevista à Rádio Eldorado, o ex-presidente... Itamar Franco desmentido os Tucanos de São Paulo.

Em entrevista à Rádio Eldorado, o ex-presidente da República, Itamar Franco, jogou um balde d´água na campanha tucana pelos 15 anos do Plano Real. Ao esclarecer as origens do plano econômico elaborado e implantado em seu governo (1992-1994) o ex-presidente foi categórico ao afirmar que o "PSDB não é o 'pai' do plano real".


No esclarecimento, Itamar foi mais longe: destacou claramente que os tucanos estão deturpando a história já que o plano teve em sua elaboração políticos e economistas integrantes também de outros partidos. "A todo instante assistimos na TV o PSDB comemorando os 15 anos do Plano Real. Isso não nos magoa, mas é uma deturpação, uma negação da história", afirmou o ex-presidente.


Nas palavras do ex-presidente, "o grande ministro do Plano Real chama-se (Rubens) Ricupero e, em seguida, Ciro (Gomes). E depois houve Paulo Haddad e Eliseu Resende. O plano não é só de um ministro. E é preciso lembrar que o Plano Real foi assinado pelo presidente da República, não por uma ordem técnica. A parte política foi garantida pelo presidente da República". Os quatro citados por Itamar foram ministros da Fazenda e do Planejamento em seu governo.


Curiosidade nessa história: a Rádio Eldorado e a Agência Estado, integrantes do Grupo Estado costumam ter suas principais reportagens publicadas também no O Estado de S.Paulo, carro chefe do conglomerado de comunicação, tradicional e escancaradamente favorável aos tucanos. Mas essa entrevista de Itamar, que deixa mal o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, auto-proclamado "pai " do Plano Real, o Estadão não deu.

Se Sarney sair, metade do Senado teria que renunciar

BLOG DO U: Com a pressão pela renúncia do senador José Sarney (PMDB-AP) é indiscutível que o objetivo da oposição (nota abaixo) é controlar a Casa e desestabilizar o governo. Se o único propósito fosse a reforma do Senado, o fim das ilegalidades e a apuração das responsabilidades, os senadores deveriam começar por seus partidos, por suas comissões de ética. E acionar a do próprio Senado, onde os senadores deveriam estar respondendo por seus atos.



A principal questão do Senado, realmente é a sua reforma, com o fim dos privilégios acumulados nesses anos. É uma tarefa árdua e de médio prazo, mas que deve começar imediatamente, como propôs o PT. É preciso mudar a forma de dirigir o Senado, instalar o colégio de líderes e uma comissão para, junto com a atual Mesa, promover realmente as mudanças.




Como tenho dito e repetido a pressão pela renúncia do presidente do Senado é um jogo político da oposição. Se fosse assim, a Mesa toda teria que renunciar, começando pelos 37 senadores beneficiados por atos secretos, além de outros benefícios escabrosos como o de Artur Virgílio, que até empréstimo ilegal e não declarado fez com Agaciel Maia.




A maioria dos senadores teria que responder no Conselho de Ética por cumplicidade, omissão e conivência quando não participação direta e beneficiários de tudo que veio a público nas últimas semanas.

O "tapetão" só interessa aos tucanos.

BLOG DO U: Presidente Lula foi direto e objetivo: a saída do senador José Sarney (PMDB-AP), seja renúncia ou afastamento - medidas que o próprio presidente do Senado jamais cogitou - só interessa aos tucanos que querem ganhar no tapetão o controle da Mesa, em condomínio com o DEM, que ocupa a primeira secretaria da Casa há anos.Só para lembrar, o DEM preencheu o posto nos últimos seis anos com os senadores Romeu Tuma (SP), Efraim Morais (PB) e agora com Heráclito Fortes (PI). Tem, portanto, responsabilidade pela gestão do ex-diretor-geral Agaciel Maia, fora a que tem pelos desmandos - para dizer o mínimo - de Efraim, no cargo até fevereiro desse ano.

Artur VirgílioTrata-se mesmo de um golpe, conhecido no futebol, como tapetão, designação apropriadamente usada por Lula para expressar a manobra da oposição. E, afinal, ela mesma é tão responsável como praticamente o são todos os senadores pela atual crise. A começar pelo líder do PSDB, Artur Virgílio (AM) e pelo atual primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI), ambos também envolvidos em denúncias. Aliás, o caso do senador Artur Virgilio é passível de processo por quebra do decoro parlamentar.

A educação em São Paulo tem de mudar muito – e rápido




BLOG DO U: Época traz uma matéria interessante sobre a educação. Empacada como está, a educação brasileira nem merece esse nome. É uma fábrica de desencorajados
Paulo Rabello de Castro.




PAULO RABELLO DE CASTRO




É palestrante em economia, conselheiro de empresas, autor de vários livros, entre eles A grande bolha de Wall Street. Mantém o Blog da Bolha (blogdabolha.com.br) e escreve quinzenalmente em ÉPOCA.



O Brasil anda otimista. Pudera! Ante o estrago geral provocado pela crise econômica mundial, nosso país desponta como nação líder. O presidente Lula voltou radiante da reunião dos Brics – Brasil, Rússia, Índia e China. Tudo parece conspirar a favor. Inclusive pelo calendário da Copa do Mundo de 2014 e, quem sabe, das Olimpíadas de 2016. Para os otimistas, nossa mão já está no caneco. Andamos, sim, redondamente enganados.



País monoprodutor de “commodities” que viramos, e de semiescolarizados, só temos chance de destaque quando os times adversários pegam uma gripe forte. Na banca de exame ou no banco da escola, a disputa da lanterninha continua nosso esporte predileto.



O balanço da educação brasileira, do berço à beca, persiste para lá de duvidoso. No campo do “aprendizado”, fabricamos alfabetizados disfuncionais, gente que até consegue ler, escrever e somar, mas, por favor, não lhes peçam para soletrar, relacionar ou tentar elucidar uma questão. Escolas disfuncionais – com “problemas sérios de função”, pois não sabem por que existem – produzem diplomados incompatíveis com as necessidades do mercado e com as demandas do mundo do futuro. Para Miguel Nicolelis, destacado neurocientista brasileiro radicado nos Estados Unidos, onde dirige o Centro de Neuroengenharia da Universidade Duke, “se estivesse na situação de um jovem hoje, pensaria muito antes de ir para a universidade. Ela precisa mudar demais. As divisões (curriculares) são do século XIX”. O que Nicolelis disse na sabatina da Folha de S.Paulo (10/6/09, página A16) mereceria nossa corajosa reflexão, pois traz luz para fatos como o recente impasse na Universidade de São Paulo (USP) e, de resto, o macroimpasse educacional brasileiro, em que economistas se graduam sem entender “regra de três”, médicos não sabem o que faz o “figo” e advogados se referem a “Vossa Eiscelenssia”.



Empacada como está, a educação brasileira nem merece esse nome. É uma fábrica de desencorajados



O mal está na raiz. Uma sociedade permissiva e perdulária, corrompida pelo exemplo inominável de sua classe política, e cercada por cenas de violência, transformou a escola básica em centro de distribuição de merenda e encontro casual de alunos neuróticos e professores nervosos (ou será o contrário?). A conclusão simplificada do comentário “abre-cabeças” de Nicolelis é que de nada adianta colocar mais dinheiro em obra torta. O problema não é de verba, mas de verbo. Verbo aprender. Se nossos alunos tentam aprender o que não interessa, a motivação se esvai na entrada da sala de aula. Os currículos, desde a educação básica, deveriam sofrer uma demolidora mudança. Recomeçar do zero seria o desafio, com propósito totalmente distinto do academicismo atual, quase pondo professores em pé de igualdade com alunos na tarefa de aprender.



O sistema deveria se tornar sadiamente competitivo, no sentido de premiar resultados práticos e aferíveis. Um choque de informatização escolar (grande meta frustrada do governo Lula no seu segundo mandato) deveria acompanhar os novos currículos, com conteúdos elaborados por brasileiros de grande projeção em suas respectivas atividades e, em seguida, monitorados eletronicamente pelos “gestores de formação”, como seriam chamados os professores do futuro.



Tal revolução teria o objetivo de subverter o sistema atual, eliminando sua total ineficiência, e evitando que o Brasil ainda demore até o ano 2256 – segundo cálculos de Viviane Senna, diretora do Instituto Airton Senna – “para chegar com sua 8a série ao nível dos atuais países desenvolvidos” (ÉPOCA, 25/5/09, página 90 – Brasil, Educação 2020).



Empacada como está, a educação brasileira nem merece esse nome. É uma fábrica de desencorajados e, portanto, propensos à depressão, às patologias psicossomáticas precoces e, óbvio, à violência fútil como ferramenta de solução dos dilemas não trabalhados tempestivamente na sala de aula.




A educação de São Paulo está muito pior que isso, pois aqui o Governador não remunera decentemente seus professores e ainda os obriga a ter 3 turno de aulas diárias para poder ter uma renda digna.


Agora a nova política de educação do Serra é construir presídio, para "reeducar", quem nem educado foi.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

PIG E O TIRO NO PRÓPRIO PÉ.




BLOG DO U: outro fato importante, mas para nós aqui no Brasil é a crise no senado, como já postei abaixo sobre o assunto vou falar do blog do Mello que tem um resumo da armação que é as denuncias contra o Senador da República José Sarney, com o título Mello e a saga de Sarney: coincidência ou Serra?


clicando aqui você tem a intigra do post.

Mostra a armação do PIG para tentar derrubar a popularidade de Lula e fazer pré campanha para Serra, mas mais uma vez o tiro sai pela culatra e acertaram
o próprio pé

Michael Jackson morre aos 50 anos.


BLOG DO U: Hoje o Mundo chora a morte de Michael Jackson, mas sempre terá uma ponta de desconfiança, será que ele morreu ou não morreu, pois ele vivera para sempre nas suas músicas.


É, mas eu encontrei entre tantas mensagem a Jackson uma que merece destaque do blog de o escrivinhador por Rodrigo Viana clicando no grifo você terá o post na integra vale apena ver.


"O Mundo só fala em Michael Jackson, sei disso. Eu mesmo tive que correr hoje pra entrevistar Kid Vinil (lembram dele?), atrás de informações para uma matéria sobre o ídolo morto.
Agora há pouco, checava na internet datas de lançamento dos discos de Michael Jackson, quando encontrei uma nota que me tocou de verdade: a história da brasileira que se jogou da Torre Eiffel." por Rodrigo Viana.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Lula recebe prêmio por incentivo à paz, combate à pobreza e proteção das minorias




BLOG DO U: presidente Luiz Inácio Lula da Silva, receberá no dia 7 de julho na sede da Unesco, em Paris, o Prêmio Incentivo da Paz, Félix Houphouët-Boigny.
O prêmio concedido ao presidente brasileiro é um reconhecimento por "seu trabalho em prol da paz, o diálogo, a democracia, a justiça social e a igualdade de direitos, assim como por sua inestimável contribuição para a erradicação da pobreza e a proteção dos direitos das minorias", informa um comunicado da Unesco.
O prêmio, que leva o nome do ex-deputado marfinense na França e depois presidente da Costa do Marfim, foi criado em 1989 e é concedido todos os anos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Tem por objetivo prestar homenagem às pessoas, instituições e organismos que contribuíram significativamente para incentivar, buscar, salvaguardar ou manter a paz, tendo presentes os princípios da Carta das Nações Unidas e a Constituição da Unesco.
Entre os que já receberam este prêmio figuram Nelson Mandela e Frederik W. De Klerk; Yitzhak Rabin, Shimon Peres e Yasser Arafat; o Rei da Espanha, Juan Carlos 1º, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter; o Presidente do Senegal, Abdoulaye Wade; e o ex-presidente da Finlândia, Martti Ahtisaari.
Alguns dos premiados com o Houphouët-Boigny receberam depois o Prêmio Nobel da Paz.

domingo, 21 de junho de 2009

De país ‘do futuro’, Brasil se tornou ‘país do presente’, diz ‘Economist’


BLOG DO U: Clique para ver toda a matéria (De país ‘do futuro’, Brasil se tornou ‘país do presente’, diz editor da ‘Economist’)
Michael Reid lançou no país livro sobre a América Latina. Para jornalista, país ganhou reconhecimento em comércio e diplomacia. Fernando Scheller Do G1, em São Paulo
Autor do recém-lançado “O continente esquecido – a batalha pela alma latino-americana” (Editora Campus/Elsevier, R$ 92), o jornalista Michael Reid, editor para as Américas da revista britânica “The Economist”, percebe uma clara mudança da imagem do país no cenário mundial.


“O Brasil deixou finalmente de ser o país do futuro para ser o país do presente, fazendo frente às expectativas”, afirmou, em entrevista ao G1, por telefone, desde Londres.
Reid, que cobre assuntos relacionados à América Latina há mais de duas décadas e morou em São Paulo por três anos, nos anos 90, afirma que o governo Lula tem se mostrando “mais assertivo internacionalmente”.

Serra provoca o apagão no transporte de carretas


BLOG DO U: Olha a nova do governador de São Paulo ele esta privatizando o setor de fiscalização e operações especiais nas estrada Paulista, veja o que aconteceu na passagem de uma empresa para outra é um absurdo.


está no blog do Paulo Henrique Amorim.


CARTA ABERTA AO GOVERNADOR JOSÉ SERRA

Vimos lamentar, em nome das empresas de transporte de cargas que dependem de Autorização e Acompanhamentos Especiais para sua operação, um problema de gestão e coordenação que se repete a cada transmissão de trechos de estradas estaduais à operação por Concessionárias de Rodovias.

O caso em questão trata-se da transferência da operação do Sistema trabalhadores / Carvalho Pinto da DERSA para a ECOPISTA - Concessionária pertencente ao GRUPO ECORODOVIAS.Inexplicavelmente, tratando-se a DERSA de uma empresa subordinada ao Governo do Estado, mas aparentemente a título de retaliação pela privatização da operação do sistema, essa companhia abdicou de suas responsabilidades com pelo menos 48 horas de antecedência do prazo definido para a transferência da operação do Sistema para a Concessionária ECOPISTAS.

Pior, o fez no regime de terra arrasada, desmontando parte da infraestrutura, retirando equipamentos e tecnologias essenciais à operação das rodovias, ao funcionamento do sistema de arrecadação e atendimento ao usuário.


Exmo. Sr. Governador José Serra,


A Ecopistas, por sua vez, ainda que pertencente a um grupo experiente e sabedora das demandas dos usuários de um sistema como o em referência, não se acautelou de providências mínimas para que atividades essenciais, como a programação de travessia de cargas excepcionais, não tivessem sua operação interrompida e inviabilizada.


O fato é que há três dias, por conta da pressa da DERSA em se desvencilhar das suas responsabilidades e da falta de mínima infraestrutura da nova concessionária para fazer frente às demandas de rotina, o setor de cargas especiais sofre com um verdadeiro “apagão administrativo”. Não se sabe com quem falar, não há telefones para contato. A única coisa que não parou de funcionar foi a arrecadação das taxas.

É razoável esperar, num ambiente de alguma competência e respeito ao contribuinte, que numa transmissão da administração de tamanha envergadura, as duas empresas, (DERSA e ECOPISTAS) tivessem um compartilhamento gerencial durante um determinado prazo (de pelo menos uma semana) para a transmissão dos serviços, de tal forma a evitar qualquer solução de continuidade no atendimento ao usuário e sem os enormes prejuízos causados a mais de uma dezena de transportadoras, para ficarmos apenas no segmento das cargas especiais, que tiveram o desenvolvimento de suas atividades prejudicadas pelo sumiço da DERSA.
Não se justifica numa estrutura institucional que abriga órgãos como a Secretaria dos Transportes, ARTESP, DER e DERSA, que não possa haver planejamento mínimo, capacidade gerencial e acima de tudo respeito ao usuário para evitar que “birras” anunciadas gerem tamanhos prejuízos ao setor produtivo, principalmente num momento de crise como o que agora enfrentamos.
Senhor Governador, sabedores que novos processos de concessão de rodovias estão e estarão em curso ainda durante seu mandato, esperamos que rápidas providências sejam tomadas para uma rápida normalização da situação no Sistema Trabalhadores / Carvalho Pinto e, que esta seja a última vez que tenhamos que assistir a esse desgoverno e desrespeito ao usuário de rodovias quando de suas transferências para gestão por concessionárias.
Nesse desafio, nos colocamos à sua inteira disposição para o que for necessário.
Atenciosamente,
João Batista Pinheiro DominiciVice-Presidente Executivo do SINDIPESA

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Vamos para praia?




BLOG DO U: É José Serra não tem fim nas tributação do povo Paulista, veja esta nova investida no bolso dos paulistanos.


Muito contraio do Goveno Federal que com LULA e Dilma tentam de todas as formas diminuir o impacto da crise com medidas para desonerar o sistema produtivo, o Governo Estadual vem no caminho contrario aumentando praças de Pedágio em todo o Estado.


Veja esta matéria que saiu na Estado de São Paulo hoje. por Evaristo Almeida – Coordenador do Setorial Estadual de Transportes do PT




Matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo (18/06/09) anuncia que a partir de dezembro as vias expressas da Rodovia Castello Branco serão pedagiadas.
Na licitação do lote 12, que inclui a Rodovia Raposo Tavares, estava embutido no edital a obrigação da construção de 10,9 quilômetros de vias marginais no início da rodovia. Em contrapartida, a concessionária pode colocar praças de pedágio bidirecionais (em ambos os sentidos) nessas marginais.
Essas praças fecharam o acesso da rodovia para as cidades de Carapicuíba, Barueri e Osasco. No contrato firmado entre o governo de São Paulo e a concessionária não estava previsto praças de pedágio nas vias expressas da Castello Branco. Atualmente, os usuários que se dirigem para Jandira, Itapevi, Barueri e interior, por enquanto, não pagam pedágio.
O preço do pedágio na Marginal da Castello Branco é de R$ 6,30, ou R$ 0, 578 por quilômetro. É o pedágio mais caro do Brasil e provavelmente um dos pedágios mais caros do mundo. Essa exorbitância afugentou os usuários, de forma que o número de veículos que atualmente pagam é menor do que o estimado. O objetivo da Artesp e da concessionária é que os cerca de 120.000 veículos que transitam na via expressa daRodovia Castello Branco, também paguem a tarifa. Essa mudança vai reforçar o caixa da empresa concessionária.
A empresa já foi contemplada com a prorrogação do contrato por mais 4 anos e 9 meses. Esse contrato deveria terminar no ano de 2018, mas vai até 2023. A possibilidade de prorrogação também não estava nos contratos e foi feita através de uma portaria do Secretário de Transportes. Pelo visto para o governo do Estado o que está escrito não vale, pois é passível de mudança a todo momento, mesmo que prejudique os usuários, visto que o melhor é uma nova licitação.
A concessionária ViaOeste, que explora essa rodovia, teve receita bruta de R$ 489,73 milhões no ano de 2008, 16,41% superior ao ano de 2007, com recursos de cobrança de pedágio. O lucro líquido da mesma empresa em 2008 foi de R$ 86,32 milhões, com crescimento de 12,65 % em relação ao ano anterior.
Com a mudança nos contratos à revelia do que estava no edital, mesmo com redução nas tarifas das marginais da Castello Branco, de R$ 6,30 para R$ 2,70 e no pedágio de Itapevi, para quem se dirige ao interior, de R$ 10,80 para R$ 5,40, a concessionária estima que arrecadará R$ 197 milhões a mais até o ano de 2022.
A exploração das vias expressas da Castello Branco foi aceita pela Artesp, essa agência governamental gerencia os contratos de concessão de rodovias no Estado de São Paulo, em troca da construção do Complexo Anhanguera pela CCR (Companhia de Concessões Rodoviárias). Essa empresa é a holding, que detém o controle acionário da Viaoeste e da Autoban, concessionária que explora a Rodovia Bandeirantes.
Dessa forma, o governo do Estado de São Paulo e a Artesp abandonam qualquer iniciativa de buscar a modicidade tarifária, e até desconsideram os contratos quando as iniciativas beneficiam as empresas concessionárias. O usuário não é relevante.
O povo paulista já paga uma série de impostos para que as obras rodoviárias sejam construídas pelo governo. Ao ter embutido no custo do pedágio construção de vias, o cidadão está sendo bi-tributado pelo governo Serra.
Complexo Ayrton Senna/Carvalho Pinto
A partir de hoje (18/06/09) haverá redução no pagamento do trecho de 143 quilômetros do complexo Ayrton Senna/Carvalho Pinto. O usuário deixará de pagar os R$ 27,00. Haverá uma redução de 40,74% no trecho e o pagamento passou para R$ 16,00. Isso representa 23% a mais do valor inicialmente ofertado pela primeira classificada, que foi de R$ 13,00.
Esse valor na verdade não é barato, pois para rodar os 562 quilômetros da Rodovia Fernão Dias até Belo Horizonte, licitada recentemente pelo governo federal, o usuário paga R$ 8,80. Assim para andar 419 quilômetros a mais, em rodovia duplicada federal, o motorista paga 55% a menos. É que o modelo do governo federal prioriza a modicidade tarifária e os investimentos nas rodovias federais, ao fazer a concessão.
O governo Serra, ao contrário, prioriza as outorgas que arrancam dinheiro dos usuários, via pagamento de pedágios, em detrimento da modicidade tarifária.


O cidadão para o Estado de São Paulo fica em segundo plano.

sábado, 13 de junho de 2009

O projeto político da Senadora do DEM é prejudicial para o nosso País.




BLOG DO U: VOU POSTAR AQUI SOBRE NOSSA AMAZÔNIA .

Da Folha
Por César Benjamin

(…) A história se repete na Amazônia, a última fronteira. Se a medida provisória 458 for sancionada pelo presidente da República, na forma como saiu do Congresso Nacional, estaremos diante de uma volta ao passado.
Uma área maior do que o Estado da Bahia será doada a particulares sem cuidados que garantam condições mínimas de justiça, progresso e sustentabilidade. Grandes e médios proprietários ficarão com mais de 70% das terras que hoje são públicas. Um grileiro ou uma empresa que tenham 50 prepostos poderão legalizar, praticamente de graça, latifúndios de 75 mil hectares, mesmo que já possuam outras propriedades rurais. Com cem prepostos, reais ou fictícios, a área dobrará. Por persuasão ou por coação dos pequenos, em uma região em que o Estado é ausente e falha a cobertura da lei, estará aberto o caminho para um aumento desenfreado da concentração fundiária.

A Amazônia é uma região frágil, onde se chocam interesses nacionais e internacionais, sem que Estado e sociedade tenham sido capazes de definir e implementar um projeto coerente de desenvolvimento. É um dos grandes desafios para o nosso futuro, talvez o maior de todos.
Repetir o que foi feito em 1850 não é a melhor decisão.

Mas para a senadora e presidente do sindicato ruralista Katia Abreu (DEM) nada disso importa, que importa para ela é recuperar os grandes latifúndios do passado não muito distante.

Esse grande desafio do nosso mundo contemporâneo que temos que passar para novas gerações para que não sepercam no canto da sereia, de resto é marcar bem o nome dessa senadora e carregar sua caixa de e-mail de recados para preservarmos o nosso planeta.

A DIFERENÇA DA POLÍTICA DO PT FRENTE AO PSDB É GRITANTE.


BLOG DO U:O Conversa Afiada reproduziu e eu trago o post do comentário e amigo navegante Walter Decker, que fez uma comparação da postura de FHC diante do FMI (de quatro) com a de Lula (de pé):
Walter Decker
PHA, dei uma pesquisada rápida na NET sobre FHC e FMI. Veja esse trecho de texto de uma matéria da Isto É de 1999 : “ Crescem as pressões de Fernando Henrique Cardoso por uma mudança que abrevie a recessão e crie as condições para uma retomada do crescimento.
Na noite da quarta-feira 4, num jantar com o líder do PSDB na Câmara, FHC concordou sobre a necessidade dessa correção de rota da política econômica. Revelou ainda que instruiu o ministro do Desenvolvimento,
Clóvis Carvalho, a pressionar o colega da Fazenda, Pedro Malan, a afrouxar as amarras que mantêm a economia brasileira e a popularidade presidencial no fundo do poço.
Com o foco voltado para as eleições municipais do próximo ano, os aliados do governo cobram a abertura dos cofres públicos trancados pelo cadeado do FMI. ” É preciso uma pitada social “, reforça o líder do PFL na Câmara, deputado Inocêncio Oliveira “ ISTO É Nº 1559 – 18 de agosto de 1999
Esse era o Brasil em 1999 ! Um país refém do FMI. O homem aí da charge com um revolver na cabeça era tão obtuso e hesitante que não tinha as rédeas do próprio país. Que presidente é esse que ao invés de sentar com seu Ministro da Fazenda e tomar as medidas necessárias para tirar o país do buraco, ele “ instrui “ o Ministro do Desenvolvimento a “ pressionar “ o seu Ministro da Fazenda a afrouxar as amarras da economia do país ? Porque ele mesmo não mandava o Malan fazer isso ? Tinha que mandar recado ?!?
O Brasil tinha, como citado na matéria, “ Os cofres públicos trancados pelo cadeado do FMI “. Que país era esse onde o FMI “ TRANCAVA “ nossos cofres ?!? E onde um aliado de FHC, pensando nas eleições municipais que se aproximavam ( e só por isso ), sugere ao presidente que o país precisava de “ Uma pitada social “ !!! Uma “ pitada “ ?!? Sim. “ Apenas uma “ pitadinha “, pra gente ganhar as eleições municipais. Uma vez que a gente ganhe, o povo que continue nessa draga … “.
Meu Deus ! Fui dar essa pesquisada e não lembrava que a coisa tinha sido tão feia. E tem gente que critica esse governo e o fato de agora, ao invés de sermos reféns do FMI, emprestamos para o mesmo. E pior ! Tem gente que acha que essa turma deve voltar em 2010 !

sexta-feira, 12 de junho de 2009

A denuncia do porque PSDB/DEM querem acabar com a educação pública.


BLOG DO U: o amigo navegante fez uma denuncia no Blog Conversa Afiada de Paulo Henrique Amorim.
Veja que interessante as mazelas escondida dentro da degradação do USP uma da mais conceituada faculdade de São Paulo, pois o irmão do Secretario da Educação de São Paulo Paulo Renato de Souza é Diretor do Curso a Distancia do UNIP.
Veja o que ele diz.
O Conversa Afiada recebeu a seguinte denúncia de um amigo navegante que precisa se proteger sob o anonimato:
PHA, Sou professor do Objetivo, do senhor Di Gênio, e lhe passo aqui algumas peças de um curioso quebra-cabeças:
1.
Paulo Renato Souza tem um irmão, chamado Marcelo Renato Souza.
2. Marcelo Renato Souza é o boss do setor de audiovisual, tecnologia e educação a distância da UNIP. Faz até chover dentro do grupo.
3. Outro braço do grupo Objetivo - a Unip é parte do grupo, mas não tem fins lucrativos, mas isso é outra história…- é o sistema Objetivo de ensino. Apostilas de ensino fundamental, médio e cursinhos pré-vestibulares.
Esse sistema é um arremedo de livros didáticos. São mais baratos por serem produzidos em escala industrial. E não pagam direitos autorais como as editoras.
4. Esse material é vendido a prefeituras e estados como material didático. São mais baratos que os livros, mas são faturados por preços semelhantes. Entendeu o que pode estar diante de nossos narizes? Ou de bicos tucanos?
5. Na grande SP, o município de Santana de Parnaíba é um desses clientes.
6. Se você juntar as peças verá uma interessante relação entre o grupo Objetivo, prefeituras e partidos como PSDB e Demos.
7. Se meu nome for publicado por isso perco emprego, talvez a vida…
Forte abraço. Espero ter ajudado, para bem do país.
É um quebra cabeça que faltam algumas peças, mas pelo visto é só procurar que vamos achar.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

A Mídia e o Blog da Petrobras, quem tem razão?


BLOG DO U: A mídia pensa que engana alguém, mas pelo visto esta se engando a si própria.


Ela perdeu a noção da realidade e acha que está no século 19 ainda onde a informação erá só dos barões da elite Paulista

por Leandro Fortes, no Brasília eu vi.

A criação do Blog da Petrobras é um ponto de inflexão nas relações da mídia com as fontes, embora tenha sido criado em meio a um ambiente de conflito decorrente da malfadada CPI da Petrobras, no Senado Federal. Mais do que uma discussão sobre liberdade de imprensa e o direito de sigilo nas relações entre jornalistas e fontes, a criação do blog suscita uma reflexão muito mais profunda porque, a meu ver, ele será lembrado como marco histórico, no Brasil, do fim do jornalismo diário impresso tal qual o conhecemos e de todas as idiossincrasias induzidas e adquiridas nas redações brasileiras ao longo dos últimos 50 anos. Em outras palavras, a fórceps e sob bombardeio, o Blog da Petrobras decretou o fim de expedientes obsoletos e, muitas vezes, desonestos, de apuração, edição e publicação de matérias jornalísticas. Colocou o jornal de papel e sua superada pretensão informativa na mesma estante de velharias do século XX onde figuram, lado a lado, a televisão a válvula, a geladeira a querosene e o platinado.


Ao tornar visível e, por isso mesmo, vulnerável, a rotina de apuração dos jornalistas, o Blog da Petrobras quebrou um falso pacto de cooperação, denunciado curiosamente de “vazamento de informações sigilosas”, sobre o qual pairava a seguinte regra mínima: eu pergunto, mas eu escolho o que você responde, se você não gostar, mande uma carta à redação, reze para ela ser publicada (na íntegra) ou vá queixar-se ao bispo. Primeiro, não há relação de sigilo em entrevista, muito menos com relação a perguntas feitas por escrito por repórteres. Não sei da onde tiraram isso. Quando o jornalista se dispõe a fazer perguntas por e-mail, não pode esperar outra coisa senão publicidade de um registro capaz de ser compartilhado, em tese, com milhões de pessoas. Se, nesse e-mail, ele passa informações exclusivas da apuração, tem que estar disposto, também, a correr esse risco. Há, no mundo todo, um exército bem pago de assessores de imprensa sendo treinado, diuturnamente, para desmontar pautas jornalísticas, minimizá-las o impacto e, principalmente, fazer um trabalho de contra-inteligência capaz de neutralizar o poder de fogo dos repórteres. E isso não é novidade. A novidade é a internet.


Ao invés de ficar choramingando em editoriais saudosos dos tempos de antanho, os jornais deveriam, finalmente, prestar atenção ao que está acontecendo no mundo, inclusive nas salas de aula desses meninos aos quais se pretende negar o diploma de jornalismo, uma, duas, três, dez gerações à frente. Aliás, tem coisa mais obsoleta, triste e anacrônica do que os editoriais da imprensa brasileira? Aliás, o que é um editorial senão o blog mais antigo e exclusivo do mundo, pelo qual os barões da imprensa sempre expressaram suas opiniões, livres, no entanto, do incômodo das caixas de comentários? O Blog da Petrobras é justamente isso, o anti-editorial, o contraponto imediato, em tempo real, às chamadas “linhas editoriais” dos veículos de comunicação que, no fim das contas, acabam por contaminar o ofício do jornalismo, submetendo jornalistas ao oficialismo privado dos aquários das redações, cada vez mais descolados da nova realidade ditada pela internet, pela blogosfera e do impressionante e muito bem vindo controle social trazido pela interatividade on line.


Foi um editorial da Folha de S.Paulo, aquele da “Ditabranda”, que deixou no cio a serpente que pariu o Blog da Petrobras. Foi a partir daquela analogia infeliz, turbinada por ofensas gratuitas aos que dela discordaram, que a blogosfera passou oficialmente a servir de espaço livre de direito de resposta, na íntegra, dos ofendidos. O rastilho digital daquela polêmica provocou um dano permanente na credibilidade do jornal, obrigado, a seguir, a desencadear uma série de envergonhados expedientes de capitulação. O legado da discussão, no entanto, foi muito maior. Ainda que agregados de maneira informal, os blogs passaram a ser uma rede de “grilos falantes”, para usar uma expressão empregada pelo jornalista Franklin Martins, da mídia nacional, o escape por onde os rejeitados pelas seções de cartas puderam, finalmente, se exprimir livre e integralmente.


As reações “conspirativas”, neologismo cunhado pelo jornalista Luiz Carlos Azenha para unir conspiração com mídia corporativa, ao Blog da Petrobras são, em tudo, emblemáticas. E não têm nada a ver com “vazamento” das perguntas e informações enviadas por e-mail à empresa. Têm a ver com a perda de poder das redações e com a necessidade de se estabelecer outros paradigmas para o jornalismo. Isso inclui o conceito de “furo”, que a vaidade dos jornalistas transformou em coisa mais importante do que o dever de bem informar – de maneira mais ampla e correta possível – a sociedade na qual está inserido. O “furo” é bem vindo, é um diferencial bacana, gera prêmios jornalísticos, aumentos de salário e promoções, mas interessa muito mais a nós, jornalistas, do que ao respeitável público.


O jornalismo brasileiro não carece de exclusividade, mas de honestidade e transparência.

P.S. Quatro análises de qualidade sobre o tema, para quem quiser se aprofundar na discussão, feitas por Idelber Avelar, Luis Nassif, Sergio Leo e Luiz Carlos Azenha:

Contra ônibus do Bial, Augusto quer ´blog do PAC´




BLOG DO U: O seguidor do Blog do escrevinhador quer o Blog do PAC igual aquele da Petrobras que foi criado para não deixar o PIG (segundo PH) distorcer os fatos e manipular as informações a favor da direita privatista do País inclua ai PSDB/ e neodireitista PPS, que estão loquinho para privatizar o pré-sal.



A ideia de criar um blog para o PAC é muito boa e tem minha solidariedade

quarta-feira, 10 de junho de 2009