sábado, 4 de abril de 2009

BLOG DO U: Mais fotos e charge da semana essa semana rendeu para os cartunista, como podemos ver tem para todos os gosto. É só ver e deliciar com os trabalhos destes bilhantes cartunistas de varios ponto do país, quem quizer ver mais é só ir no blog do Paulo Henrique Amorim, está tudo isso lá e têm muito mais.


















G-20: avanço maior só com mobilização mundial

BLOG DO U: Reunião do G-20, o encontro dos países desenvolvidos e dos emergentes encerrado ontem em Londres, não pode ser vista só pelos resultados aparentes. Como já disse antes, é um processo cujos resultados dependem dos países emergentes e dos BRICS - Brasil, Rússia, China e Índia; da força da mobilização em nível internacional por mudanças de fato na regulação e supervisão do sistema financeiro mundial; das negociações de Doha; e da remodelagem dos organismos de poder no mundo, incluindo FMI, BIRD, OMC, e Nações Unidas.


O US$ 1,1 trilhão para empréstimos e créditos e os US$ 250 bilhões - direito de saque do Fundo para o comércio mundial, inclusive para os países pobres - por enquanto são promessas. Desse US$ 1,1 trilhão, apenas US$ 259,5 bilhões estão assegurados.Não pode passar despercebida a falta de avanços no que diz respeito aos "hedge funds" e as agências de classificação de riscos que, por pressão dos Estados Unidos, não foram submetidas a uma nova regulação e supervisão.


Fora o fato de que três agências norteamericanas controlam a avaliação de risco no mundo, sendo responsáveis pela farra dos "hedge funds" e do subprime.Nessa reunião do G-20 ficaram de fora, para decisão em julho, as negociações sobre o protecionismo, que cresceu durante a crise e ameaça ser usado agora pelos países desenvolvidos a pretexto de combater a poluição. Houve a decisão positiva de colocar de US$ 10 a US$ 15 bilhões de dólares à disposição para o combate ao desmatamento e para a preservação das florestas no mundo.


Resultado é uma meia decisão conciliatória


Na prática, tivemos uma meia decisão, uma conciliação: nem a posição americana de medidas fiscais e monetárias em nível de cada país e não de abrangência mundial; nem a posição européia de decisões firmes e objetivas contra a especulação e suas causas, neste caso, com a aprovação de uma regulação e supervisão internacional, dando conseqüência ao Fórum de Estabilização Financeira e ao Comitê de Supervisão de Basiléia.


Como vemos, apesar da mensagem política da reunião do G 20, ainda não foram abordados os verdadeiros problemas: a falência dos bancos americanos e europeus, a regulação e supervisão do sistema, o desequilíbrio entre os países deficitários (Estados Unidos à frente) e os superavitários (Alemanha e China na liderança).


Faltou vontade política para enfrentar o problema energético e ambiental e a grave questão do protecionismo. Fica a expectativa de mais crédito e mais medidas fiscais e monetárias, ações anticíclicas que dependem da evolução da crise e da eficácia das providências já adotadas nos Estados Unidos e na Europa.


Para os países emergentes e os BRICs, a reunião de Londres deve ser vista como o primeiro round de uma longa luta para reformar o sistema de poder e de comércio no mundo, submeter o capital financeiro à regulação e supervisão, e colocá-lo a serviço do desenvolvimento, sem o que de nada adiantarão empréstimos e créditos. De resto, um filme a que já assistimos.A conta da liberalidade monetária e fiscal dos países desenvolvidos será paga mais cedo ou mais tarde com mais impostos e mais inflação. O que não pode acontecer é que esse pagamento recaia mais uma vez nas costas dos países emergentes.


Estes já são vítimas dos graves erros e disfunções das economias centrais, incapazes de crescer a não ser pela especulação e pelas bolhas eletrônicas e imobiliárias, cuja última versão foi com os derivativos que custa ao mundo nesse momento recessão, desemprego e aumento da pobreza.
por Zé Dirceu.
BLOG DO U: Ai vai as fotos, e charge da semana que mais chamou atenção nos blogs de politicas, esporte e cotidiano







No Brasil, tucano voa com dinheiro público.

BLOG DO U:No mínimo indecoroso o hábito do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), ex-presidente nacional da legenda tucana, de voar em jatinhos fretados pagos com dinheiro público do Senado Federal.Mas é o que denuncia reportagem de hoje da Folha de S. Paulo, com base em dados do Sistema de Acompanhamento do Orçamento (SIAFI).


O levantamento publicado pelo jornal indica que Tasso Jereissati tem o hábito de somar passagens aéreas oficiais do Senado para fretar jatos particulares. Com essa prática, de 2005 até hoje, o senador gastou R$ 469 mil. Ele confirma ao jornal que o Senado paga os aviões fretados por ele, mas só assume gastos de R$ 358 mil. Mesmo esse valor ele reconhece ser alto, mas justifica que compreende o período entre 2005-2006, quando era presidente nacional do PSDB.


Ou seja, as verbas do Senado pagaram viagens partidárias do tucanato.Pior, o controle do SIAFI rastreia gastos de R$ 335 mil do senador entre 2005 a 2007 mas, após esse período, embora as despesas apareçam como "fretamento de jato pelo senador", não há mais registro do seu nome. Sobre o senador recaem também suspeitas de que compra combustíveis de avião com verbas de passagens aéreas da Casa.


Vejam só, logo o senador, uma das principais estrelas da constelação - ou seria dos ares? - tucana, um pessoal que posa de probo, de vestais, que vive alardeando transparência... Desde quando transparência é esconder e retirar do sistema a prestação de contas das viagens em jatos fretados com dinheiro do Senado?

Para micro e pequenos empresários, 2009 será melhor que 2008


BLOG DO U: Micros e pequenas otimistas em relação a 2009.
Mesmo diante da crise econômica e financeira global, os micro e pequenos empresários do país mantem o otimismo em 2009 e, o melhor – apesar da redução do faturamento e da demanda, os postos de trabalho estão sendo mantidos.


A ótima notícia vem da sondagem “Ponto de Vista dos Pequenos Negócios”, divulgada ontem (02.03) pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), que avaliou o desempenho do último quadrimestre de 2008 e as expectativas para 2009.


Dos quase 3 mil entrevistados em todo o país, 62% esperam vender e faturar mais; 56% querem manter o quadro de funcionários; e 35% pretendem aumentar as contratações com carteira assinada. Houve redução de clientes para 55% dos empresários pesquisados, com impacto nas vendas e no faturamento. Porém, 69% não demitiram funcionários.


De acordo com a sondagem do SEBRAE, 68% dos micro e pequenos empresários estão confiantes no aumento do número de clientes, e 49% já sinalizaram aumento dos investimentos. Outros 57% acreditam que as atividades no setor serão boas, e para 22% serão muito boas. O pessimismo atinge só 9%: estes consideram 2009 um ano ruim para os negócios.


Crédito e juros.


Na pesquisa do Sebrae, 63% confirmaram que foram afetados pelos reflexos da crise internacional, mas 65% não precisaram de crédito bancário.


Os juros altíssimos, lógico, são sempre alvo de crítica e dividem a opinião dos empresários entrevistados: para 35% as taxas vão diminuir; 34% considera que os juros ficarão inalterados; e 31% acham até que pode haver aumento.

Vale destacar que as micro e pequenas representam 99% das empresas de todo país e, portanto, de forma alguma podemos menosprezar as expectativas do setor.


Acessa a íntegra da pesquisa "Ponto de Vista dos Pequenos Negócios" no site do Sebrae.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Na crise, Brasil pode lucrar em escala mundial

Paulo Rabello de Castro
BLOG DO U:Considerado autor de algumas das melhores análises sobre a economia brasileira, particularmente sobre o Brasil e a crise internacional, Paulo Rabello de Castro, alerta que essa turbulência abre oportunidades sem precedentes para o nosso país se reposicionar na ordem econômica mundial. Para isso, o economista elenca uma série de medidas urgentes a serem adotadas já, e alerta para a necessidade de coragem para tomar as decisões políticas. Rabello prega maior profissionalismo e "obsessão" na definição dos alvos precisos que o Brasil precisa mirar agora para se alavancar e crescer. veja a integra da entrevista no sitio de José Dirceu

Dentre as medidas sugeridas pelo presidente da SR Rating - primeira agência de avaliação de riscos criada no Brasil - estão o alinhamento dos juros, sua adequação aos riscos internacionais do país, uma reforma financeira de grande impacto, outra no custo Brasil, e também pequenas revoluções estruturais, como as digital e fundiária. "O Brasil pode se especializar em revoluções baratas", diagnostica.

Sobre os juros, Rabello pontua: "a taxa tinha que estar mais baixa, mas do ponto em que estava, nessa crise, é mais importante ele não baixar com muita rapidez, porque a defesa da moeda para o seu papel futuro exige certo conservadorismo. O que ele não fez antes (Banco Central), agora é tarde".

Diretor de 1979 a 1994 da Revista Conjuntura Econômica, Rabello teve a oportunidade de acompanhar de perto todos os planos econômicos do país, e com sua experiência nos presenteia com análises apuradas sobre a crise financeira global, as primeiras medidas do presidente de Barack Obama, o papel atual dos BRICs e a onda protecionista. Sobre esta, pontifica: "não vejo risco em relação ao (aumento do) protecionismo, mas certeza".

Sobre o papel do Brasil, ele avalia que não podemos perder o "time", dada a voracidade do mundo em encontrar soluções e restabelecer a ordem econômica global. Para isso, aponta a importância de um debate sobre os rumos do país na agenda dos candidatos a presidente da República em 2010. Aos que seguem às cegas a cartilha de Lord Keynes, alfineta: "Keynes aconteceu antes. Houve uma ampliação de PIB, uma enorme expansão de moeda e da quase-moeda e uma expansão fiscal também e do próprio mercado".

Rabello é também colunista do jornal Folha de S. Paulo e recentemente publicou "A Grande Bolha de Wall St." onde explica como a crise pegou o mundo e pode nos afetar. Seus textos e análises podem ser acompanhadas diariamente através do Blog da Bolha.

Troca de secretários, sintoma da crise na educação

BLOG DO U: O governador José Serra trocou, pela terceira vez em sua administração, seu secretário de Educação, e nomeou para o cargo o ex-ministro Paulo Renato de Souza, deputado federal pelo PSDB. A troca de secretários nada mais é do que um sintoma da crise no setor que vive o Estado de São Paulo – para citar apenas um dado, as próprias avaliações estaduais indicam que 80% dos alunos não têm conhecimento adequado em matemática.

O fracasso na educação do Estado de maior peso na economia da Nação é resultado de 14 anos de governos tucanos, que não priorizaram a educação e se esqueceram do que é qualidade no ensino. Na troca de secretários, o discurso de Serra e Paulo Renato foi de continuidade na gestão. Ora, se é para continuar tudo como está, então, por que trocou?

domingo, 29 de março de 2009

Estudo sugere forma de controlar aversão à perda


BLOG DO U:Tendência de humano a ser mau perdedor é inata, mas pode ser mudada, diz grupo.
Experimento conduzido por grupo da Universidade de Nova York reproduz reação de operadores da Bolsa para mudar percepção.


RICARDO BONALUME NETO - FOLHA SP


DA REPORTAGEM LOCAL
O ser humano é um mau perdedor nato, que tende a dar mais peso a uma derrota do que a uma vitória. Mas uma pesquisa combinando psicologia com economia comportamental mostrou que é possível regular essa “aversão à perda”. O truque é tentar agir como se você fosse um operador da Bolsa ou um jogador profissional.
O conceito de “aversão à perda” foi proposto em 1979 pelos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman. Trata-se da preferência das pessoas a evitar perdas do que obter ganhos. O israelense Kahneman ganhou o Nobel de Economia de 2002 pelos seus trabalhos na área.
A aversão à perda é uma questão de percepção. Por exemplo, uma decisão poderá levar à perda de R$ 300,00. Há duas escolhas de investimento para diminuir o prejuízo. No primeiro caso, você perde R$ 150,00; no segundo, você não perde nada com 1/3 de probabilidade ou perde tudo com 2/3 de probabilidade. A maioria das pessoas escolhe a segunda opção, pois a certeza de perder R$ 150,00 é considerada pior do que a chance provável de perder todo o dinheiro.
“Nós podemos mudar a maneira como decidimos, e embora ainda possamos ser sensíveis a perdas, nós podemos nos tornar menos sensíveis”, concluíram os autores do novo estudo, liderado pela psicóloga Elizabeth A. Phelps, da Universidade de Nova York, e publicado na revista “PNAS”.Phelps e colegas lembram que a emoção desempenha um papel no processo de tomada de decisões. Por exemplo, um estudo sobe consumo de bebidas mostrou que a apresentação subliminar de carinhas sorridentes alterou a avaliação das pessoas sobre as bebidas, mas também a quantidade que elas ingeriam e mesmo o total de dinheiro que elas estavam dispostas a pagar pelo drinque.
O grupo de Phelps usou voluntários num experimento no qual os participantes tinham que fazer escolhas monetárias entre uma aposta binária -com chance de ganho ou perda- e um valor garantido. Eles recebiam no começo US$ 30,00 e tinham que tomar decisões de investimento que poderiam ou fazê-los perder todo o dinheiro, ou chegar a ganhar até US$ 572,00. Em parte dos experimentos eles tiveram a condutividade elétrica da pele medida, indicando atividade do sistema nervoso como prova de excitação emotiva.
Os voluntários foram instruídos a usar duas estratégias. Eles deviam enfatizar cada escolha “como se fosse a única”; e depois foram instruídos a usar uma estratégia de regulação, enfatizando as escolhas como parte de um contexto maior.
No primeiro caso, entre 30 participantes, 14 demonstraram aversão à perda, 9 procuravam ganhos, e 7 tiveram um comportamento neutro. A condutividade da pele era maior no caso das perdas.
Mas, ao começarem a agir como investidores reais, colocando as perdas em um contexto de um portfólio de investimentos, a aversão à perda diminuiu em 26 dos 30 participantes.
A “aversão a perdas” não seria um mero fenômeno cultural, mas teria uma base neurobiológica. Um estudo em 2005 demonstrou que não só os macacos-prego entendiam o conceito de comércio como demonstravam a aversão.
“Nós demonstramos que a teoria-padrão dos preços faz um bom trabalho em descrever o comportamento de compra dos macacos-prego”, escreveram então os pesquisadores liderados por M. Keith Chen, da Universidade Yale. Mas os macacos foram ainda mais “humanos” quando tinham de enfrentar uma situação de aposta. Reagiram demonstrando aversão a perder. “Esses resultados sugerem que a aversão à perda se estende além do ser humano e pode ser inata”, dizem eles.

Repasse da União a municípios cai 14,7% em março

BLOG DO U: De cofres vazios, prefeituras pressionam Lula por dinheiro é o que informa o ministerio da cidade.

De cofres vazios, prefeituras pressionam Lula por dinheiro
Nesta segunda-feira (29), o Tesouro Nacional deposita na conta das prefeituras a última parcela do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) de março.

Serão R$ 956,8 milhões. Somando-se aos outros dois repasses do mês, feitos nos dias 10 e 20, chega-se a uma transferência total de R$ 2,627 bilhões em março.

Comparando-se com o valor que a União entregara às prefeituras em março de 2008, a cifra representa uma queda de 14,7% informa hoje o valor do FPM a ser repassado na segunda-feira, 30 de março.

Filha de FHC “assombra” o Senado


Assombração com selo de procedência e legítimo DNA tucano

BLOG DO U: e se fosse a Luriam filha do LULA como seria a manchete nos jornais(PIG)?


está no blog de Paulo Henrique Amorim Clique aqui



BLOG DO U: As famílias com renda de até 3 salários mínimos deverão observar as seguintes condições:- Não ter sido beneficiada anteriormente em programas de habitação social do governo- Não possuir casa própria ou financiamento de imóvel- Estar enquadrada na faixa de renda de até 3 salários mínimos


- Comprometer até 10% da renda durante dez anos para o pagamento das prestações - Inscrição:O interessado dirige-se à prefeitura, órgão do Estado ou representante de movimento social para fazer cadastro


- Análise do cadastro:

- Comprovação de renda formal ou informal para enquadramento no programa

- Verificação do Cadastro Único que identifica famílias de baixa renda

- Verificação do Cadastro Nacional de Mutuário

- Não há análise de risco de crédito, ou seja, mesmo que o interessado tenha restrições nos órgãos de proteção ao crédito pode ser incluído no programa


Após seleção, o interessado é convocado para apresentação da documentação na CEF (Caixa Econômica Federal), no agente imobiliário, na prefeitura ou outros órgãos, instituições ou entidades credenciados
A assinatura do contrato ocorre na entrega do imóvel


Características:

- Prestação mínima de R$ 50, corrigida pela TR

- Registro do imóvel preferencialmente em nome da mulher

- Sem entrada e sem pagamento de prestações durante a obra- Sem cobrança de seguro de vida e danos ao imóvel


As famílias com renda entre 3 e 10 salários mínimos deverão observar as seguintes condições:

- Não ter financiamento ativo no SFH (Sistema Financeiro da Habitação)

- Não ter recebido desconto concedido pelo FGTS para financiamento

- Não ser proprietário de imóvel residencial no local de domicílio ou onde pretenda fixar domicílio

- Não ser titular de direito de aquisição de imóvel residencial


- Operacionalização:

- O interessado deverá procurar a construtora ou as agências da Caixa Econômica Federal para aquisição do imóvel, a partir do lançamento do empreendimento


- Análise do cadastro:

comprovação de renda formal ou informal

- análise do Imposto de Renda da Pessoa Física

- análise cadastral no Serasa, no SPC, no Bacen e no CADIN- verificação do Cadastro Nacional de Mutuário

- análise de risco e de capacidade de pagamento pela CEF (Caixa Econômica Federal)


- Características:

- financiamento de até 100% do valor do imóvel

- entrada opcional- Prazo de 30 anos para quitação do financiamento

- Pagamento mínimo durante a obra, de acordo com a renda


Fundo Garantidor

Para maior segurança das famílias, o programa ‘Minha casa, minha vida’ previu um fundo garantidor para o refinanciamento de parte das prestações, caso o mutuário perca sua fonte de renda.


Para famílias com renda de 3 a 5 salários mínimos, será garantido o pagamento de até 36 prestações. Para famílias com orçamento de 5 a 8 salários mínimos, até 24 prestações. E para as famílias que recebem de 8 a 10 salários mínimos, 12 prestações.


Para ter acesso ao fundo, é preciso ter efetuado o pagamento de, no mínimo, seis prestações do imóvel e é necessário também o pagamento mínimo de 5% da prestação que foi refinanciada. Este valor será devolvido como bônus quando o refinanciamento for pago.


O mutuário terá que solicitar formalmente seu refinanciamento, comprovando a situação de desemprego, a cada seis prestações requeridas.


Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com assessoria técnica da Liderança do PT na Câmara dos Deputados

sexta-feira, 27 de março de 2009



BLOG DO U: Semana de clássico no futebol, antecipado para sábado por causa do jogo da seleção brasileira o Palmeira joga contra o São Paulo pelo campeonato Paulista de futebol.
E como bom apreciador de futebol não perco esse jogo por nada, é só esperar para ver quem ganha.
Espero também que tenha paz no estádio seja lá onde for o jogo, pois o futebol limpo e bem jogado tem que ser dentro e fora dos estádio, nas quatro linhas dependem do jogador, fora dela depende dos torcedores e organizadores do espetaculo.
Bom jogo a todos e que vença o melhor.

Um minieditorial que merece contestação


BLOG DO U: Direto do sitio de José Dirceu uma analise das apreensões da Policia Federal relacionada com o financiamento publico de campanha e o pensamento do jornal o globo.
Eu concordo com José Dirceu

No jornal O Globo, um mini editorial hoje que faço questão de reproduzir: “Como se sabe, SE O enredo básico do que é investigado pela PF envolvendo a Camargo Corrêa for confirmado, o escândalo será mais um argumento forte contra o financiamento público integral de campanhas políticas.

O CASO ajuda a alertar para a grande possibilidade de, estatizadas as despesas dos partidos e candidatos nas eleições, o contribuinte pagar duas vezes: no caixa um e no dois.

NO UM, pela via legal; no caixa dois, por meio do superfaturamento de obras da administração direta ou de estatais, arcado, em última análise, pelo Tesouro.”

Fatos reforçam a necessidade do financimaento público.

Faço questão de reproduzir e comentar o mini editorial porque, pelo contrário, os supostos fatos apurados pela PF que revelam a prática do Caixa 2 só reforçam a necessidade da reforma política, e de que ela traga o financiamento público de campanhas e a proibição desse financiamento privado que temos hoje.

Mas, a reforma política e o financiamento público não podem ser vistos isoladamente. Tem que tratá-los no bojo da reforma política toda. Não pode tratar do assunto sem discutir voto em lista e fidelidade partidária, esta, sem janelas.

De nada adianta o financiamento público, além da proibição de coligações proporcionais, cláusula de barreira, fim dos suplentes de senadores e pôr fim na divisão do fundo partidário, do financiamento das campanhas e do horário de campanha no radio e na TV, distribuído proporcionalmente a votação de cada partido

Com reforma política, profecia de O Globo é furada.

Hoje com o voto uninominal, as campanhas já são e ficam cada vez mais caras, e apoiadas no poder econômico. Com o voto uninominal (no candidato, não em lista partidária), cada candidato é uma campanha e a disputa se dá dentro dos partidos entre os concorrentes da mesma legenda.

Com o voto em lista aberta ou fechada, ou ainda se for o caso, o voto distrital misto ou proporcional e, ainda, as outras medidas aqui elencadas, podemos, sim, coibir o uso do Caixa 2 - ao contrário do que profetiza O Globo - ou pelos menos evitar o crescente domínio do poder econômico.

E nunca se pode esquecer que essa reforma política tem que ser acompanhada de uma reforma administrativa com o fim da nomeação - a não ser o mínimo indispensável - para os cargos de confiança de servidores não concursados que, portanto, não são de carreira. Esta é uma medida - e a reforma que a possibilitará - mais do que necessária.

AS FOTOS DA SEMANA







sábado, 21 de março de 2009

Alem de construir mais presídio o José Serra (PSDB/DEM) vai fechar distrito policial.





BLOG DO U: Serra vai fechar distrito policial, informa o Deputado Hamilton Pereira em pronunciamento na assembléia legislativa, clic aqui e assista todo o pronunciamento do deputado






Governo Serra nega diálogo e insiste em presídio no Vale e nas outras cidades do interior.




BLOG DO U: Depois da reunião de quinta feira no auditório da prefeitura municipal os vereadores de oposição estão bradando no jornal local que a vinda do presídio é de forma gigantesca uma falha do governador e que ele vai se sensibilizar com nossa situação e revogar o decreto. Hóóóóó! Quanta ingenuidade.

A política de segurança publica do Estado de São Paulo está na mão do PSDB/DEM a mais de 14 anos, e eles que tem uma visão de cunho liberal e de direita que têm como concepção que o delinqüente se recupera nos CDPs e que esses problemas se resolvem com construçãod e presídio o que é um ledo engano.
Essa meta de desentralizar os presídio do governo Zé pedágio nada mais é que a continuação do Alkimim que era a continuação do Covas de retirar os presídios dos grandes centro e dividir os ônus políticos com os prefeitos que vem há muito tempo e com razão absoluta fechando as cadeias publica da cidade e ficando com os louros da defesa do cidadão

Veja abaixo que disse o chefe da casa civil de Zé Pedágio.


O Chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes, foi irredutível e reafirmou, na última segunda-feira (16/3), que a instalação de 49 novos presídios no estado é uma decisão política do Governo Serra.


A afirmação foi feita durante audiência com a “Comissão Contra a Instalação do Presídio no Vale do Ribeira”, da qual também participou o deputado estadual Hamilton Pereira (PT). O movimento está lutando para evitar a instalação de um presido no município de Registro. O posicionamento do Secretário, que não permitiu a participação das assessorias de imprensa e não ouviu as argumentações sobre os impactos que o empreendimento terá na região, indignou a prefeita de Registro, Sandra Kennedy
e nós simples cidadão ficamos assim

BLOG DO U: o azul é bom e ótimo 43%, o marrom é regular 36%, o vermelho é ruim e péssimo 13%, o cinza é não soube responder8%.
Veja que entre ótimo, bom e regular ele chega a 79% da população aprovando seu governo, usando uma frase do próprio Lula, nunca houve na história deste país um presidente com tamanha popularidade.

Luís Inácio Lula da Silva o nosso Presidente da republica continua surfando na onda da popularidade a pesquisa mais recente do data folha do jornal folha de São Paulo.


A pesquisa mostra quanto mais a crise passa mas forte fica a popularidade de LULA , apesar de ter caído alguns ponto na sua popularidade o presidente supera todos os presidente pós -democratização.


Na época de FHC ele chegou no máximo a 47% de popularidade isso no auge do plano real.


Isso mostra que as eleições de 2010 não será fácil para a oposição, mas também não garante tranquilidade para o presidente e sua possível candidata Dilma Ruseff.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Porto Feliz seguindo em frente sempre rumo ao desenvolvimento


BLOG DO U: A escalada do progresso em Porto Feliz não se dá só na educação um dos simbolo da administração do Prefeito Claudio Maffei (PT), está se dando também em outras aréas é o que mostra os numeros da pesquisa do IPRS que é divulgado a cada dois anos e é uma adaptação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), da Organização das Nações Unidas (ONU), à realidade paulista. A ONU reconhece o índice, que avalia três indicadores avaliados como aqueles que podem ser modificados conforme a qualidade da gestão municipal: riqueza, escolaridade e longevidade da população. confira na integra abaixo.
Os dados mais recentes do IPRS são de 2006 e indicam que os três indicadores avaliados no Estado apresentaram melhora em relação a 2004. Na pontuação, que varia de 0 a 100, a longevidade média no Estado teve a melhor nota entre os três indicadores, com 72 pontos, seguido por escolaridade, com 65 pontos, e riqueza, com 55 pontos. Em 2004, longevidade tinha pontuação de 70, escolaridade estava com 54 e riqueza, com 52.

"Houve um crescimento expressivo na educação, que já vinha acontecendo nas edições anteriores, e um crescimento importante em longevidade. A diferença foram os primeiros sinais de retomada de economia com reflexo no indicador de riqueza", explicou o diretor adjunto da Fundação Seade, Sinésio Pires Ferreira. "Esses bons sinais de riqueza provavelmente serão mais intensos em 2008. E 2010 é uma incógnita."

Apesar dos avanços, a divulgação do índice mostra que nem a retomada do crescimento em 2006 foi capaz de fazer com que o Estado de São Paulo recuperasse os níveis de riqueza do ano 2000, primeira vez que o índice foi calculado, quando a pontuação chegou a 61 pontos. O indicador riqueza caiu para 50 pontos em 2002, manteve-se praticamente estável em 2004, com 52 pontos, e subiu para 55 pontos em 2006.

No IPRS, a reunião desses três indicadores coloca cada um dos municípios em cinco grupos. Nos grupos 1 e 2 estão os municípios mais ricos; a diferença se dá pelos indicadores sociais - no grupo 1 estão os melhores e no grupo 2, os piores. Nos grupos 3, 4 e 5, estão os municípios mais pobres do Estado. Os que apresentam os melhores indicadores sociais estão no grupo 3; níveis intermediários de indicadores sociais ficam no grupo 4; e níveis ruins, no grupo 5.

AvançosSegundo a Fundação Seade, o crescimento econômico fez com que todos os municípios tivessem avanços, mas a diferença é que uns avançaram em proporção maior que outros e nivelaram por cima os grupos a que pertencem. Foi dessa forma que caiu de 73, em 2004, para 64, em 2006, a quantidade de municípios no primeiro grupo, o grupo 1, e aumentou de 101 para 113 o número de cidades que fazem parte do último grupo, o 5.

Ferreira destacou que um dos diagnósticos da pesquisa é que as regiões mais desenvolvidas do Estado tendem a se manter nesse nível ao longo dos anos - São Paulo, Santos, São José dos Campos e regiões no entorno dessas localidades -, da mesma forma que as regiões mais pobres continuam, apesar dos avanços, com os piores resultados - como o Vale do Ribeira.

"Esse IPRS mostra o início de um movimento de aumento das diferenças entre essas regiões. Ao contrário da tendência de homogeneização que vinha mostrando o IPRS, nesta edição houve uma certa dispersão, explicada especialmente pela retomada da atividade econômica, que aparentemente tem se dado concentradamente em algumas regiões em detrimento de outras", afirmou Ferreira. Isso explica por que 23 municípios deixaram o grupo 1 e apenas 14 entraram nessa classificação. No grupo 5, com os piores indicadores, entraram 44 municípios e 28 saíram.
De acordo com o presidente do Instituto do Legislativo Paulista (ILP), Roberto Eduardo Lamari, uma das vantagens do índice é que ele torna possível avaliar onde cada município precisa melhorar. Como exemplo, ele citou os municípios que fazem parte do grupo 2, considerados ricos mas com indicadores sociais ruins. Nesse grupo estão 78 cidades, como Cubatão, Osasco, Diadema, Suzano, Sumaré, Campinas e Santos.

"É importante que esse prefeito veja que ele tem muito dinheiro, mas não está conseguindo reproduzir essa vantagem em qualidade de vida", afirmou. Lamari destacou que as mudanças entre grupos são muito difíceis, uma vez que mesmo no grupo 5 tem havido melhoria de condições sociais desde 2000. "A mobilidade entre os grupos não é fácil. É preciso ter muito empenho."

São Sebastião ficou com o primeiro lugar no ranking de riqueza das cidades paulistas, seguido por Bertioga e Guarujá. O ranking de longevidade é liderado por Oscar Bressane, Meridiano e Rubineia. São Caetano do Sul está na primeira colocação no ranking de escolaridade, seguida por Holambra e Poloni.

Municípios

Analândia, Ipiguá, Ipuã, Mococa, São José do Rio Pardo e Barra Bonita despencaram no ranking e saíram do grupo 1 para o grupo 4. Águas de Santa Bárbara, Matão, Estiva Gerbi, Jaú e Cerquilho, que também estavam no grupo 1 em 2004, caíram para o grupo 3 em 2006. Araçatuba, Descalvado, Botucatu, Jambeiro, Luís Antônio, Guaira, Paulínia, Sertãozinho, Vista Alegre do Alto, Pirassununga, Santos e Cordeirópolis deixaram o grupo 1 e passaram para o grupo 2. Apenas 14 municípios entraram no grupo 1: Águas de São Pedro, Caieiras, Jarinu, Mauá, Mogi das Cruzes, Orindiúva, Pedreira, Porto Feliz e São Sebastião, que estavam no grupo 2, e Colômbia, Iracemápolis, Nova Aliança e Santa Adélia, que estavam no grupo 3.
Barretos apresentou o maior avanço de 2004 para 2006 ao deixar o grupo 5 e passar a integrar o grupo 1. Também tiveram avanços significativos em indicadores sociais os municípios de Trajibu, que deixou o grupo 5 e passou a integrar o grupo 2, e as cidades de Cardoso, Patrocínio Paulista, Rinópolis e São Joaquim da Barra, que deixaram o grupo 5 e passaram para o 3.
Também deixaram o grupo 5 Apiaí, Bofete, Bom Jesus dos Perdões, Cachoeira Paulista, Capela do Alto, Casa Branca, Chavantes, Espírito Santo do Turvo, Franco da Rocha, Gália, Glicério, Iaras, Igaratá, Itapuí, Itaquaquecetuba, Itariri, Monte Azul Paulista, Natividade da Serra, Palestina, Pedregulho, Ribeirão Grande, São José da Bela Vista, São José do Barreiro, Socorro, Teodoro Sampaio e Vargem Grande do Sul.

Com recuos significativos, 44 municípios passaram a integrar o grupo 5. O pior em termos de regressão nos indicadores sociais foi Votorantim, que deixou o grupo 2 e passou para o grupo 5. Também passaram a fazer parte do grupo 5 Barbosa, Borebi, Cafelândia, Charqueada, Ibirarema, Indiaporã, Itirapina, Morungaba, Populina, Promissão, Santa Maria da Serra, Alambari, Alvinlândia, Angatuba, Aparecida, Arandu, Areiópolis, Avaré, Barra do Turvo, Bernardino de Campos, Boa Esperança do Sul, Bom Sucesso de Itararé, Brotas, Campos Novos Paulista, Cerqueira César, Cosmópolis, Guariba, Ibitinga, Igaraçu do Tietê, Irapuru, Itapira, Jacupiranga, Piquete, Pracinha, Ribeirão Bonito, Sabino, Salto de Pirapora, Salto Grande, Santa Branca, Santa Cruz da Esperança, Sete Barras, Severínia e Vargem.

segunda-feira, 16 de março de 2009

OLHA O ZÉ PEDAGIO AI GENTE SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER


BLOG DO U:Atenção leitores, atenção TSE! --> direto do blog de Zé Dirceu

Visitar uma sala de aula da rede pública de ensino, comparecer de madrugada a uma estação de trem de subúrbio para lançar um tipo de bilhete, inaugurar um centro de treinamento e visitar uma feira agropecuária no interior do Estado, falar de matemática e de futebol - tudo isso é campanha eleitoral antecipada?

Claro que não. Foram atividades cumpridas na semana passada pelo governador e presidenciável tucano José Serra, no desempenho legal, legítimo e rotineiro de suas funções. Mas a Folha de S.Paulo, da forma como as noticiou, sim, está em campanha pouco velada para o governador paulista conquistar o Palácio do Planalto em 2010.

Êta matéria "chapa branca" (jargão do meio jornalístico para matéria que só fala bem, ou publicada para elogiar) essa que saiu no Folhão no fim de semana com o título "Serra: 'eu escolho a minha parte'"!!!

O único trecho da reportagem que fala "en passant" de problemas é quando o próprio governador os menciona: ele recomenda "tomar tabuada" pelo fato de quase 80% dos alunos não terem o conhecimento esperado em matemática e queixa-se à diretora por se confirmarem as informações que tinha de que a escola visitada está suja e com a sala de computadores desativada.

Questionamento do jornal quanto a essas estatísticas e essa situação? Nenhum, passa batido, parece estar falando do melhor dos mundos. Logo o jornal que trombeteia sua independência, na verdade uma postura de ser contra tudo e contra todos! Quer dizer...quase todos. Contra o presidenciável Serra, não. Enfim, assunto para o ombudsman do jornal paulista.


Ah, as razões do título estão em um episódio de sua infância, contado pelo governador Serra nessa incursão fora de seu gabinete: "Quando eu era garoto, comprava um chocolate em sociedade com um amigo e, para não ser passado para trás, criei uma regra: "Você divide, mas eu escolho a minha parte".


BLOG DO U: direto do blog de Paulo Henrique Amorim as charges da semana e para morrer de rir